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Soldado de 19 anos perde movimento das pernas após agressões em quartel do Exército

Soldado de 19 anos perde movimento das pernas após agressões no Exército; sindicância investiga o caso e boletim de ocorrência foi registrado.

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Um soldado de 19 anos, que estava em treinamento no Exército em Barueri, perdeu o movimento das pernas após ser agredido por outros militares. O ataque ocorreu em 12 de março, quando ele foi chutado no peito enquanto fazia flexões. O jovem ficou internado por oito dias após sentir dores e vomitar sangue. Ele relatou que as agressões aconteceram em uma sala escura, sem testemunhas, e foi levado ao pronto-socorro apenas no dia seguinte. Depois de retornar ao quartel, passou mal durante o jantar e foi encaminhado ao Hospital Militar de Área de São Paulo. Atualmente, ele se recupera em casa, mas enfrenta problemas emocionais e se locomove com cadeira de rodas, além de estar sob medicação. Um exame de ressonância magnética mostrou um problema em uma das vértebras da coluna, que o advogado do soldado afirma não ser uma condição anterior. Um boletim de ocorrência por maus-tratos foi registrado em 24 de março, um mês após as agressões, e o Exército abriu uma sindicância para investigar o caso, mas disse que não encontrou indícios de crime na instituição. O Arsenal de Guerra de São Paulo, onde o soldado estava, já foi investigado por outros incidentes.

Um soldado de 19 anos, em treinamento no Exército em Barueri, perdeu o movimento das pernas após ser agredido por outros militares. O incidente ocorreu em 12 de março, quando o jovem foi punido com chutes no peito enquanto fazia flexões. Ele ficou internado por oito dias após sentir dores e vomitar sangue.

O soldado relatou que as agressões aconteceram em uma sala escura, sem testemunhas. Ele foi levado ao pronto-socorro apenas no dia seguinte, após sentir gosto de sangue na boca. De volta ao quartel, passou mal durante o jantar e foi encaminhado ao Hospital Militar de Área de São Paulo (HMASP).

Atualmente, ele se recupera em casa, mas enfrenta sérios problemas emocionais. Segundo seu advogado, Eduardo Lemos Barbosa, o jovem se locomove com cadeira de rodas e está sob medicação para dormir. O exame de ressonância magnética revelou uma enfermidade em uma das vértebras da coluna lombar, que o advogado afirma não ser uma condição pré-existente.

Um boletim de ocorrência por maus-tratos foi registrado em 24 de março, cerca de um mês após as agressões. O Exército instaurou uma sindicância para investigar o caso, mas afirmou que não há indícios de crime na instituição. O Arsenal de Guerra de São Paulo, onde o soldado estava, já foi alvo de investigações por outros incidentes, incluindo o desaparecimento de armamentos.

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