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Polícia Civil prende homem por falsificação de documentos e venda de cursos fraudulentos

Roberto Cohen, de 56 anos, foi preso em Goiás por falsificação de documentos e venda de cursos fraudulentos. A polícia apreendeu fardas militares, diplomas falsos e um suposto passaporte diplomático. Ele é investigado por estelionato e exercício ilegal da medicina, após abrir uma organização social com informações falsas. A divulgação de sua identidade visa identificar possíveis vítimas.

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Roberto Cohen, um homem de 56 anos, foi preso pela Polícia Civil de Goiás por falsificar documentos e vender cursos falsos. Ele se passava por diplomata e general da ONU, e tinha vários diplomas falsos em áreas como medicina, psicologia e direito, incluindo documentos que afirmavam que ele era formado pela Universidade de Harvard. Durante a busca em sua casa, a polícia encontrou fardas militares, insígnias da ONU, um suposto passaporte diplomático e até um simulacro de arma. Cohen também é investigado por estelionato e exercício ilegal da medicina. Ele tinha um perfil no Linkedin onde se apresentava como médico e diplomata. A polícia começou a investigar Cohen após descobrir que ele havia aberto uma organização social em Caldas Novas, cujas informações eram falsas. Ele foi autuado por falsificação de documentos e levado para o presídio local.

Roberto Cohen, de cinquenta e seis anos, foi preso pela Polícia Civil de Goiás por falsificação de documentos e venda de cursos fraudulentos. Ele se passava por diplomata e general da ONU, utilizando identidades falsas para enganar suas vítimas. A prisão ocorreu em Caldas Novas, onde Cohen havia aberto uma organização social.

Durante a operação, a polícia apreendeu fardas militares, diplomas falsos e um suposto passaporte diplomático. Os documentos incluíam formações em áreas como medicina, psicologia e direito, com alguns diplomas atribuídos à Universidade de Harvard. A investigação começou após a identificação de informações inconsistentes na página da organização social de Cohen.

Identidade Falsa

Cohen também utilizava o nome de Zigmund Cohen, alegando ser de nacionalidade israelense. Em seu perfil no LinkedIn, se apresentava como médico e diplomata da Missão Humanitária Diplomática Americana de Relações Internacionais. A polícia encontrou ainda cartões de visita que mencionavam escritórios em Washington e Nova York.

As autoridades buscam determinar se ele cometeu estelionato e exercício ilegal da medicina. A divulgação de sua identidade visa ajudar na identificação de possíveis vítimas. Cohen já havia sido autuado por falsificação de documentos públicos e privados, além de uso indevido de símbolos da Administração Pública.

Desdobramentos da Investigação

A operação foi conduzida pelo Grupo Especial de Investigações Criminais (Geic), que encontrou na residência do suspeito insígnias de missão de paz da ONU e um simulacro de arma de fogo. Documentos com emblemas da CIA indicavam que Cohen se apresentava como especialista em contraterrorismo e inteligência internacional. Ele foi levado para o presídio local após a autuação.

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