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Polícia de Oviedo investiga pais por manter filhos em condições desumanas em casa de horrores

Crianças em situação de abandono foram resgatadas em Oviedo; pais foram presos e menores estão sob tutela de assistência social.

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A Polícia de Oviedo prendeu os pais de três crianças que viviam em condições muito ruins em uma casa. As crianças, de 8 e 10 anos, estavam em estado de abandono, cercadas de lixo e sem ir à escola desde 2021. A situação foi descoberta após uma denúncia de uma vizinha que suspeitava que havia crianças na casa. A polícia entrou na residência e encontrou os menores em condições insalubres, com falta de higiene e cuidados. Os pais, um homem de 53 anos e uma mulher de 48, foram levados à prisão. As crianças agora estão sob a tutela da Consejería de Derechos Sociales e foram levadas para um centro de acolhimento, onde recebem cuidados e avaliação médica. A investigação continua para entender como essa situação ocorreu.

A Polícia Local de Oviedo prendeu um casal após encontrar três crianças em condições de abandono em uma residência. A ação ocorreu após uma denúncia que alertou sobre a situação precária em que os menores viviam desde 2021, durante a pandemia.

Os pais, um homem de 53 anos e uma mulher de 48 anos, foram detidos após a polícia constatar a falta de higiene e a insalubridade do local. As crianças, com idades de oito e dez anos, foram levadas para um centro de acolhimento sob a tutela da Consejería de Derechos Sociales e Bemestar. O comissário principal, Francisco Javier Lozano, afirmou que há “indícios suficientes de criminalidade” na chamada “casa dos horrores”.

A investigação começou em 14 de abril, quando uma vizinha suspeitou da presença de crianças na casa. Após vigilância, a polícia notou que a porta se abria apenas para entregas de comida, levantando suspeitas sobre a situação. A entrada na residência foi autorizada pelo proprietário, e os agentes encontraram os menores em estado de abandono, com roupas inadequadas e sem acesso a cuidados básicos.

Após a operação, as crianças receberam assistência médica e estão em processo de avaliação para determinar as consequências da situação vivida. A conselheira de Direitos Sociais e Bemestar, Marta del Arco, destacou que é cedo para avaliar as sequelas, mas garantiu que os menores estão sendo bem cuidados no centro de acolhimento. A investigação prossegue para esclarecer as circunstâncias que levaram a essa situação extrema.

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