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Idosa morre após queda de cadeira de rodas em poço de elevador em São Paulo

Idosa de 85 anos morre após queda de cadeira de rodas em elevador de casa de repouso; família busca respostas e pede justiça.

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Uma idosa de 85 anos, chamada Maria Maziero Andreoletti, morreu após cair com sua cadeira de rodas no poço do elevador da Casa de Repouso Dona Gracinha, em São Paulo. O acidente aconteceu na última sexta-feira, e o Corpo de Bombeiros constatou o óbito no local. A queda ocorreu em um poço de cerca de 2 metros, onde Maria foi prensada pelo elevador. A Secretaria de Segurança Pública informou que o caso foi registrado como homicídio culposo e que a documentação da casa de repouso está sendo analisada. A Prefeitura confirmou que a instituição possui licença de funcionamento regular. A família da vítima aguarda o laudo da perícia para entender melhor as circunstâncias do acidente e pediu justiça. A filha de Maria afirmou que a mãe não conseguia andar e era cega, o que dificultava o uso do elevador, que estava quebrado em várias ocasiões. A reportagem tentou contato com a casa de repouso, mas não obteve resposta.

Uma idosa de oitenta e cinco anos, identificada como Maria Maziero Andreoletti, faleceu na tarde da última sexta-feira (2) após cair com sua cadeira de rodas no poço do elevador da Casa de Repouso Dona Gracinha, localizada em Sapopemba, na zona leste de São Paulo. O acidente, que resultou em sua morte, foi registrado como homicídio culposo pela Secretaria de Segurança Pública (SSP).

Os bombeiros encontraram Maria no poço do elevador, que possui cerca de dois metros de profundidade. A vítima foi imprensada pelo elevador, que é do tipo plataforma. O advogado da casa de repouso apresentou à polícia a documentação de funcionamento e os comprovantes de manutenção do elevador, que estão sendo analisados. Exames foram solicitados ao Instituto de Criminalística (IC) e ao Instituto Médico Legal (IML) para auxiliar nas investigações.

A família de Maria aguarda o laudo final da perícia para esclarecer as circunstâncias do acidente. Em nota, a Prefeitura de São Paulo confirmou que a casa de repouso está regular, possuindo o Auto de Licença de Funcionamento e a licença sanitária junto à Vigilância Sanitária municipal.

Durante o enterro, realizado no último domingo (4), a filha de Maria, Solange Andreoletti, expressou sua dor e indignação. Ela afirmou que a mãe, que era cega e não andava, não poderia ter acionado o elevador sozinha. “Ela ficou três dias no andar de cima porque o elevador estava quebrado”, disse Solange. A reportagem tentou contato com representantes da casa de repouso, mas não obteve resposta até o fechamento desta matéria.

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