Bianca Duarte Franco, de 24 anos, conhecida como Ayna, foi presa em Cabo Frio, Rio de Janeiro, sob suspeita de tráfico de drogas e associação ao tráfico. Ela é acusada de ser responsável pelo recrutamento de novos membros do Comando Vermelho no Pará e foi encontrada com duas amigas. Bianca se destacou nas redes sociais por ostentar armas e por sua ligação com o crime, sendo considerada uma espécie de “gerente de RH” da facção. Ela registrava informações de novos traficantes e continuou suas atividades criminosas mesmo após se mudar para o Rio, onde se envolveu em confrontos e ações violentas. A prisão ocorreu durante uma operação conjunta das polícias do Pará e do Rio, e a Justiça decidiu manter a prisão preventiva dela e das amigas, que também estavam envolvidas no tráfico.
Bianca Duarte Franco, de 24 anos, conhecida como Ayna, foi presa em Cabo Frio, no Rio de Janeiro, na última sexta-feira, 2, durante uma operação das polícias do Pará e do Rio de Janeiro. Ela é acusada de tráfico de drogas e associação ao tráfico, além de integrar o Comando Vermelho (CV).
A jovem, que atuava como uma espécie de “gerente de RH” da facção no Pará, era responsável por recrutar novos membros, registrando dados pessoais e antecedentes criminais. Bianca ganhou notoriedade nas redes sociais, onde frequentemente postava fotos armada. Investigadores afirmam que ela estreitou laços com o crime ao se mudar para o Rio, onde passou a viver sob a proteção de Edgar Alves Andrade, conhecido como Doca, um dos líderes do CV.
A prisão de Bianca foi resultado da operação Parabellum/Renorcrim, que visa combater facções criminosas interestaduais. Durante a ação, ela foi encontrada em uma casa ao lado de um ponto de venda de drogas. Além dela, duas amigas, Layane Thalita Santos Santana e Kalita Eduarda Ataide Ferreira, também foram detidas. Layane atuava como “mula”, transportando drogas, enquanto Kalita era responsável pela venda no varejo.
A Justiça do Rio de Janeiro converteu o flagrante em prisão preventiva, destacando o papel estratégico de Bianca na facção. O juiz Pedro Ivo Martins Caruso D’ippolito ressaltou que ela coordenava criminosos de outros estados, facilitando a expansão do CV. A prisão é considerada um golpe significativo contra a organização criminosa no Norte do país.
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