Luciano “Louis” Graziano, um veterano de 102 anos da Segunda Guerra Mundial, é um dos últimos sobreviventes da rendição alemã em Reims, França, que marcou o fim da guerra na Europa. Ele se lembra bem do dia em que os oficiais alemães assinaram a rendição, descrevendo a tensão no ambiente e a presença de representantes britânicos e franceses. Graziano, que foi um soldado americano, não tem planos especiais para o Dia da Vitória na Europa, preferindo ficar em casa, embora tenha entrevistas agendadas para contar sua história. Ele cresceu em Nova York, foi convocado para o exército em 1943 e participou do Dia D, onde teve um papel importante na invasão da Normandia. Após a guerra, ele se casou em Reims e nunca voltou à França, apesar de ter recebido convites. Graziano expressa sua felicidade por ter estado na sala durante a rendição, sabendo que logo poderia voltar para casa.
Luciano “Louis” Graziano, um veterano da Segunda Guerra Mundial, é um dos últimos sobreviventes da rendição alemã em Reims, França, que marcou o fim da guerra na Europa. Aos 102 anos, ele relembra o momento histórico e compartilha suas memórias, embora não tenha planos especiais para o Dia da Vitória na Europa, preferindo passar o dia em casa.
Graziano é considerado o último sobrevivente que esteve na sala da pequena escola vermelha onde os oficiais alemães assinaram a rendição. Ele recorda que, naquele dia, havia incerteza sobre a assinatura do documento. “Eu vi muitos rostos sérios”, disse Graziano. Os oficiais alemães estavam presentes, assim como representantes britânicos e franceses. O general Dwight D. Eisenhower não estava na sala, pois não queria estar presente caso a rendição não fosse assinada.
Nascido em East Aurora, Nova York, Graziano foi convocado para o exército em 1943, antes de completar 20 anos. Ele participou do desembarque do Dia D em Omaha Beach, onde dirigiu um caminhão de gasolina sob fogo inimigo. Após a guerra, ele se casou em Reims e nunca retornou à França, apesar de convites.
Para o Dia da Vitória, Graziano tem entrevistas agendadas com veículos de comunicação ao redor do mundo, mas planeja passar o dia em casa. “Eu estava feliz por estar naquela sala”, afirmou, lembrando que sabia que poderia voltar para casa em breve após a rendição.
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