Na manhã de quarta-feira, um assalto a ônibus aconteceu na Avenida Brasil, onde dois homens armados ameaçaram os passageiros e roubaram seus celulares. Os suspeitos, Dilson Pimenta Ramos da Silva Costa, de 18 anos, e Marcelo Barbosa de Oliveira, de 19, foram presos pela polícia, que recuperou nove celulares e apreendeu um revólver. Durante o assalto, os passageiros ficaram em pânico, gritando para que os ladrões se entregassem. A mãe de Dilson, ao ver o filho detido, desabou em lágrimas e pediu desculpas às vítimas, afirmando que não o criou para isso. Os dois homens foram levados para a delegacia, onde foram autuados por roubo.
Na manhã de quarta-feira, um assalto a ônibus ocorreu na Avenida Brasil, altura de Irajá, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Dois homens armados renderam os passageiros e roubaram seus bens, gerando pânico entre os ocupantes do coletivo.
Os suspeitos, Dilson Pimenta Ramos da Silva Costa, de 18 anos, e Marcelo Barbosa de Oliveira, de 19, foram presos em flagrante pela polícia. Durante a ação, a dupla ameaçou os passageiros com um revólver calibre 32, enquanto um deles recolhia os celulares. Nove aparelhos foram recuperados pela polícia, que também apreendeu a arma utilizada no crime.
Um vídeo gravado por um passageiro mostra o desespero dos ocupantes do ônibus, que pediam aos assaltantes que se entregassem. “A polícia está aqui com fuzil na frente!”, gritou um homem, enquanto outros se deitaram no chão, temendo por suas vidas. A abordagem policial foi rápida, e os suspeitos se entregaram sem resistência.
Reação da Mãe
A mãe de Dilson, Cintia Ramos, desabou ao ver o filho detido. Em frente à delegacia, ela pediu desculpas às vítimas, afirmando: “Eu não criei meu filho para isso. Me perdoa, gente.” A situação gerou comoção, evidenciando o impacto do crime não apenas nas vítimas, mas também nas famílias dos envolvidos.
Os suspeitos foram levados para a 21ª Delegacia de Polícia (Bonsucesso), onde foram autuados por roubo. A operação faz parte de um esforço maior da polícia para intensificar o patrulhamento nas principais vias expressas da cidade, especialmente após o aumento das ocorrências de assaltos em coletivos. A Federação das Empresas de Mobilidade do Estado do Rio de Janeiro (Semove) lamentou mais um episódio de violência no transporte público.
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