Um homem de 35 anos, Lourivaldo Ferreira Silva Nepomuceno, morreu na estação Campo Limpo do metrô de São Paulo após ficar preso entre as portas do trem e a plataforma. Testemunhas afirmaram que os sensores de segurança não funcionaram, permitindo que o trem seguisse viagem com ele preso. A concessionária ViaMobilidade, responsável pela linha, já havia pedido a instalação de barras de segurança desde 2023, mas a decisão foi adiada. O Metrô anunciou que irá instalar barreiras físicas nas estações e abrir uma investigação sobre o acidente. Em anos anteriores, outros passageiros também ficaram presos entre as portas, mas sem ferimentos graves. A instalação de um sistema que impede o fechamento das portas quando há obstruções está em andamento, mas ainda não foi implementada em todas as linhas. O Metrô lamentou o acidente e se comprometeu a apoiar a família de Lourivaldo.
Um homem de 35 anos, Lourivaldo Ferreira Silva Nepomuceno, faleceu na terça-feira (6) após ficar preso entre as portas do trem e da plataforma na estação Campo Limpo, na linha 5-lilás do metrô de São Paulo. Testemunhas relataram que os sensores de segurança, que deveriam impedir o fechamento das portas em caso de obstrução, não funcionaram, permitindo que o trem seguisse viagem.
A concessionária ViaMobilidade, responsável pela linha, havia solicitado a instalação de barras de segurança desde 2023, mas a implementação foi adiada. Documentos obtidos pela imprensa indicam que, em 2023, dois passageiros já haviam enfrentado situações semelhantes em outras estações. O Metrô de São Paulo, sob a gestão do governador Tarcísio de Freitas, anunciou a instalação de barreiras físicas nas estações e a abertura de uma sindicância para investigar o acidente.
Em novembro de 2023, a ViaMobilidade propôs a instalação de barras de borracha que acionariam um detector ao encontrar obstruções. Essa solução poderia evitar que passageiros ficassem presos entre as portas. O Metrô alegou que aguardava a entrega do equipamento do fornecedor, que só seria recebido em junho de 2024, com o prazo de instalação prorrogado para outubro.
As portas de plataforma foram introduzidas para prevenir acidentes, mas a falta de sensores na área entre as portas do trem e da plataforma foi reconhecida pela concessionária. O Metrô informou que abriu uma sindicância para apurar os fatos e expressou solidariedade à família de Lourivaldo. Além disso, medidas emergenciais incluem a instalação de barreiras físicas nas 17 estações da linha, com o objetivo de reduzir a distância entre as portas e os trens.
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