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Mulher é acusada de abuso infantil após aplicar adesivos de nicotina em criança

Mulher é acusada de abuso infantil após aplicar adesivos de nicotina em criança de 4 anos, buscando tratar problemas comportamentais.

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Uma mulher de 53 anos, chamada Tammy Eddings-Dion, foi acusada de abuso infantil no Colorado, após um menino de 4 anos que estava sob seus cuidados ser hospitalizado por intoxicação por nicotina. Ela teria colocado adesivos de nicotina na criança para tratar problemas de comportamento, sem consultar um médico. O menino foi levado ao hospital após apresentar letargia e vômitos, onde os médicos encontraram um adesivo colado em sua perna. Após o tratamento, ele recebeu alta, mas um segundo adesivo foi descoberto por um familiar. Eddings-Dion já havia mencionado em mensagens que acreditava que a nicotina poderia ajudar a criança com comportamentos repetitivos e dificuldades de interação. Embora tenha confessado à polícia que comprou os adesivos, ela negou ter aplicado na criança, afirmando que não sabia onde estavam. Durante uma conversa gravada, ela admitiu que não fez isso intencionalmente e que nunca faria nada para machucar o menino. A investigação continua.

Uma mulher de cinquenta e três anos foi acusada de abuso infantil no Colorado, Estados Unidos, após um menino de quatro anos sob seus cuidados ser hospitalizado por intoxicação por nicotina. O incidente ocorreu no dia três de abril de dois mil e vinte e cinco.

Tammy Eddings-Dion teria aplicado adesivos de nicotina na criança para tratar problemas comportamentais, sem qualquer orientação médica. A equipe médica encontrou um adesivo colado na perna do menino, que apresentava sintomas como letargia e vômito. Após o tratamento, a criança recebeu alta, mas um segundo adesivo foi descoberto por um familiar.

Durante a investigação, um familiar relatou que Eddings-Dion havia mencionado anteriormente, por mensagem de texto, a intenção de usar adesivos de nicotina para lidar com o comportamento da criança. Ela acreditava que a substância poderia ajudar com comportamentos repetitivos, sensibilidade a ruídos e dificuldades de interação social.

Embora tenha confessado à polícia que comprou os adesivos, Eddings-Dion negou ter aplicado o produto na criança, afirmando que não sabia onde estavam os adesivos. Em uma gravação de uma ligação telefônica, ela admitiu que “não fez de propósito” ao ser confrontada sobre o dano causado ao menino.

Atualmente, a mulher enfrenta acusações de abuso infantil e de colocar a vida de um menor em risco. A investigação segue em andamento pelas autoridades do Condado de El Paso.

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