Um bombardeio russo em Sumy, na Ucrânia, matou 35 pessoas, incluindo uma família cristã que estava a caminho da igreja no Domingo de Ramos. Dois mísseis atingiram o centro da cidade, ferindo mais de 100 pessoas. O primeiro ataque destruiu um prédio de universidade, e o segundo atingiu uma rua movimentada, matando o casal Mykola e Natalia Martynenko e seu filho Maksym, de 11 anos. O pastor local pediu ação internacional contra a violência, afirmando que as mortes são uma tragédia que deve ser condenada. Este ataque ocorreu durante um cessar-fogo de 30 dias entre Ucrânia e Rússia, enquanto a violência contra civis continua a aumentar. Nos últimos meses, cerca de 400 civis foram mortos em ataques russos, incluindo um que atingiu um playground e prédios em Kryvyi Rih, matando 20 pessoas, entre elas 9 crianças. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, criticou os ataques, afirmando que eles atingem civis em suas casas. Moradores expressam desconfiança em relação ao cessar-fogo, temendo que a Rússia use isso para fortalecer sua ofensiva.
Uma série de bombardeios russos em Sumy, na Ucrânia, resultou na morte de 35 pessoas, incluindo uma família cristã que se dirigia à igreja. O ataque ocorreu no Domingo de Ramos, dia 13 de abril, e feriu mais de 100 moradores.
Os mísseis atingiram o centro da cidade, destruindo um prédio universitário e, minutos depois, uma rua movimentada. Entre as vítimas estavam Mykola e Natalia Martynenko e seu filho, que caminhavam para a Igreja das Novas Gerações. O pastor local, Artem Tovmasian, lamentou a tragédia e pediu ação internacional contra a violência.
Contexto da Violência
O ataque em Sumy ocorreu durante um cessar-fogo de 30 dias entre Ucrânia e Rússia, acordado no mês anterior. Nos últimos meses, cerca de 400 civis foram mortos em ataques russos, segundo o escritório de direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU). Em um ataque anterior, um míssil atingiu um playground em Kryvyi Rih, matando 20 pessoas, incluindo 9 crianças.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, criticou os ataques a civis, afirmando que não havia alvos militares. Ele destacou que apenas tiranos poderiam dar tais ordens. A moradora de Sumy, Anna Ulanovska, expressou preocupação de que o cessar-fogo seja uma estratégia para fortalecer a ofensiva russa.
Reações Internacionais
Líderes internacionais também se manifestaram. O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu o fim dos ataques a Kiev, enquanto o vice-presidente JD Vance afirmou que as exigências russas nas negociações são excessivas. A comunidade local continua a clamar por justiça e proteção diante da crescente violência.
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