Peter Sullivan, que passou quase 40 anos na prisão por um assassinato que não cometeu, foi libertado após a Corte de Apelação de Londres anular sua condenação. Ele foi condenado em 1987 pelo assassinato de Diane Sindall, uma jovem de 21 anos. Recentemente, novas evidências de DNA provaram que ele era inocente. Sullivan, que assistiu à audiência por vídeo, disse que não estava ressentido e estava ansioso para reencontrar seus familiares. O DNA encontrado no corpo de Sindall não corresponde a Sullivan e a polícia reabriu a investigação para encontrar o verdadeiro culpado. A Comissão de Revisão de Casos Criminais, que antes não havia identificado a injustiça, agora reconheceu que a condenação de Sullivan não era segura. A polícia já descartou vários suspeitos, mas ainda não encontrou o verdadeiro autor do crime. A irmã de Sullivan comentou sobre o impacto do caso nas duas famílias envolvidas, ressaltando que, apesar de terem recuperado Peter, a família de Sindall ainda sofre pela perda.
Peter Sullivan, condenado em 1987 pelo assassinato de Diane Sindall, foi libertado após quase quarenta anos na prisão. A Corte de Apelação de Londres anulou sua condenação com base em novas evidências de DNA que provaram sua inocência. Sullivan, que assistiu à audiência por vídeo, expressou sua gratidão e alívio, afirmando que não guarda ressentimentos.
Diane Sindall, uma florista de 21 anos, foi assassinada em agosto de 1986. Seu corpo foi encontrado em um beco, após ter sido vista pela última vez caminhando à noite. A análise de fluidos sexuais encontrados no corpo não pôde ser realizada até recentemente, quando um teste em 2024 revelou que não era de Sullivan. O advogado de defesa, Jason Pitter, destacou que a evidência agora indica que o crime foi cometido por outra pessoa.
O promotor Duncan Atkinson não contestou o recurso e afirmou que, se as evidências de DNA tivessem sido disponíveis na época, a acusação contra Sullivan não teria ocorrido. A polícia de Merseyside reabriu a investigação para identificar o verdadeiro culpado. Desde a reabertura do caso, mais de duzentos e sessenta homens foram eliminados como suspeitos.
A Comissão de Revisão de Casos Criminais, que inicialmente não referendou o caso de Sullivan em 2008, lamentou não ter identificado a possível injustiça. Sullivan havia apelado em 2019, mas seu pedido foi negado em 2021. A comissão revisou o caso novamente e utilizou técnicas científicas modernas para encontrar o DNA que o libertou.
A irmã de Sullivan, Kim Smith, comentou sobre o impacto do caso nas duas famílias envolvidas, ressaltando que, apesar de ter recuperado o irmão, a família Sindall ainda sofre pela perda de Diane.
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