Willie Eugene Sims, de 69 anos, foi preso em Ohio e acusado de assassinar Jeannette Ralston em 1977, na Califórnia. O corpo de Jeannette foi encontrado em seu carro, onde ela havia sido estrangulada. A polícia encontrou impressões digitais em um maço de cigarros deixado no veículo, mas o caso ficou sem solução por muitos anos. Recentemente, uma nova análise das impressões digitais levou à identificação de Sims, que era um soldado na época do crime. Ele foi extraditado para a Califórnia e seu DNA foi comparado com amostras coletadas da cena do crime, confirmando sua ligação com o assassinato. O filho de Jeannette, que tinha apenas seis anos quando ela foi morta, expressou alívio pela prisão e agradeceu aos investigadores que não desistiram do caso.
Quase cinquenta anos após o assassinato de Jeannette Ralston, as autoridades finalmente identificaram um suspeito. Willie Eugene Sims, de 69 anos, foi preso em Jefferson, Ohio, e acusado de homicídio. A prisão ocorreu após uma impressão digital encontrada em um maço de cigarros ser ligada a ele.
Jeannette Ralston, de 24 anos, foi estrangulada e encontrada morta em seu carro em San José, Califórnia, em 1º de fevereiro de 1977. Ela havia sido vista pela última vez no bar Lion’s Den, onde disse a amigos que voltaria em dez minutos, mas nunca retornou. Seu corpo foi encontrado no banco de trás de seu Volkswagen Fusca, com sinais de estrangulamento e possível agressão sexual.
A investigação inicial não levou a resultados concretos, e o caso esfriou ao longo dos anos. Em 2011, uma unidade de casos arquivados foi criada, e o caso de Ralston foi transferido para lá. Recentemente, as autoridades decidiram reexaminar as impressões digitais coletadas na cena do crime. A atualização do sistema do FBI em 2018 permitiu que a impressão digital de Sims fosse finalmente identificada.
Após a correspondência da impressão digital, investigadores foram a Ohio para coletar uma amostra de DNA de Sims. Os resultados confirmaram a ligação dele ao crime, com DNA encontrado sob as unhas de Ralston e na camisa usada para estrangulá-la. O retrato falado do suspeito, feito em 1977, também apresentava semelhanças com Sims.
O filho de Ralston, Allen Ralston, que tinha apenas seis anos na época do assassinato, expressou sua gratidão pela prisão. Ele afirmou que não sabia que as autoridades ainda trabalhavam no caso. “É um presente incrível de Dia das Mães e de aniversário ao mesmo tempo”, disse ele. A próxima audiência de Sims está marcada para agosto, e ele permanece sob custódia sem direito a fiança.
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