O motorista do ônibus que capotou em Araguari (MG) e causou a morte de 12 pessoas foi indiciado por homicídio qualificado e tentativas de homicídio. Ele dirigia em alta velocidade e assumiu o risco de causar o acidente. Testemunhas relataram que ele pedia aos passageiros para se segurarem, pois precisava compensar o atraso na viagem. A polícia confirmou que o ônibus estava acima da velocidade permitida antes do acidente, que ocorreu em uma curva. O motorista prestou socorro às vítimas e responderá em liberdade. O ônibus transportava 46 pessoas e tombou na madrugada do dia 8 de abril.
O motorista do ônibus que se envolveu em um acidente em Araguari (MG), resultando na morte de doze pessoas em abril, foi indiciado por homicídios qualificados e tentativas de homicídio. A Polícia Civil concluiu que ele agiu com dolo eventual, dirigindo em alta velocidade e assumindo o risco de causar o acidente.
O indiciamento ocorreu após investigações que confirmaram que o ônibus estava acima da velocidade permitida no momento do capotamento, que aconteceu na madrugada do dia oito de abril. O delegado Rodrigo Faria informou que testemunhas relataram que o motorista frequentemente pedia aos passageiros que se segurassem, justificando que precisava compensar o atraso na viagem.
O acidente ocorreu no cruzamento das rodovias MG-223 e MG-413, quando o ônibus tombou em uma curva, avançando cerca de nove metros. O perito Daniel Luiz de Souza explicou que os passageiros que não usavam cinto de segurança foram arremessados e, em seguida, o ônibus os atingiu.
Apesar da gravidade do acidente, o motorista, de cinquenta e oito anos, responderá em liberdade, pois permaneceu no local e prestou socorro às vítimas. O ônibus transportava quarenta e seis passageiros de Goiás para São Paulo e fez paradas em Anápolis e Caldas Novas antes do acidente.
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