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Ministério Público denuncia suspeitos de latrocínio pela morte de ciclista em São Paulo

Ministério Público denuncia dois suspeitos por latrocínio de Vitor Medrado, pedindo pena de até 30 anos e R$ 531,3 mil em reparação.

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O Ministério Público de São Paulo denunciou dois homens pelo assassinato do ciclista Vitor Medrado, que foi morto durante um roubo em 13 de fevereiro. Os suspeitos, Jefferson de Souza Jesus e Erik Benedito Veríssimo, foram acusados de latrocínio, que é roubo seguido de morte, e podem pegar de 20 a 30 anos de prisão. Além disso, o promotor pediu uma indenização de R$ 531,3 mil para os familiares da vítima. Os dois homens estão presos. Vitor, que era personal trainer, foi abordado enquanto esperava uma aluna e foi atingido por um tiro no pescoço. Os suspeitos estavam em uma moto e fugiram levando o celular dele. A polícia prendeu os dois após investigações, e um deles confirmou a participação no crime.

O Ministério Público de São Paulo denunciou dois homens pelo assassinato do ciclista e personal trainer Vitor Medrado, ocorrido em 13 de fevereiro. O crime, classificado como latrocínio (roubo seguido de morte), aconteceu na calçada da rua Brigadeiro Haroldo Veloso, no Itaim Bibi, enquanto Medrado aguardava uma aluna.

Os denunciados são Jefferson de Souza Jesus, 28 anos, e Erik Benedito Veríssimo, 20 anos. O promotor Carlos Roberto Conserino solicitou pena de 20 a 30 anos de reclusão para ambos, além de uma reparação de danos morais de R$ 531,3 mil para os familiares da vítima. Ambos os suspeitos estão detidos.

No dia do crime, Medrado estava em sua bicicleta, utilizando o celular, quando foi abordado por Erik, que desembarcou de uma motocicleta armando-se com uma pistola calibre .38. Mesmo sem reagir, Medrado foi atingido por um disparo no pescoço e o celular foi levado pelos assaltantes. A ação durou poucos segundos.

Detalhes da Investigação

A Promotoria detalhou que os suspeitos se uniram para praticar roubos na região de Pinheiros. Após o crime, imagens de câmeras de segurança ajudaram a identificar os autores. Jefferson foi preso em março na comunidade de Paraisópolis, onde uma arma foi apreendida. Erik foi detido dias antes, enquanto cometia outro roubo no Brooklin, com uma arma de numeração raspada.

O secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite, afirmou que a arma apreendida com Erik era a mesma utilizada no assassinato de Vitor Medrado. Durante a investigação, Jefferson confirmou a participação de ambos no crime.

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