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Policial militar se entrega após matar homem em pagode na Baixada Fluminense

Policial militar se entrega após ser acusado de assassinar Jorge Mauro durante pagode em Nova Iguaçu; crime foi registrado em vídeo.

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Um policial militar, Vinicius Rodrigues Pacheco, se entregou à polícia após ser suspeito de matar Jorge Mauro Ruas de Paiva durante um pagode em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O crime ocorreu no último sábado, e imagens de câmeras de segurança mostram Pacheco atirando em Jorge. Ele estava foragido desde terça-feira, quando foi emitido um mandado de prisão. Pacheco se apresentou na Delegacia de Homicídios com dois advogados. A polícia investiga que a motivação do crime pode ter sido uma confusão anterior entre os dois, mas a família de Jorge nega que ele conhecesse o PM ou que houvesse uma discussão no dia do crime.

Um policial militar é suspeito de ter assassinado Jorge Mauro Ruas de Paiva, de 51 anos, durante um pagode em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, no último sábado, dia 10. O cabo Vinicius Rodrigues Pacheco, de 37 anos, se entregou à polícia após três dias foragido, apresentando-se na Delegacia de Homicídios.

As investigações indicam que Pacheco é o autor dos disparos registrados por câmeras de segurança. As imagens mostram o PM se aproximando da vítima enquanto segura um copo de bebida em uma mão e uma pistola na outra. Ele atirou ao menos duas vezes, atingindo Jorge, que estava acompanhado de outras quatro pessoas, mas apenas ele foi ferido. O crime gerou pânico entre os frequentadores do bar.

O cabo da PM ficou foragido desde a última terça-feira, quando foi expedida a ordem de prisão. A polícia tentava localizá-lo para cumprir o mandado de prisão preventiva. Segundo a nota da polícia, “vendo o cerco fechar, o foragido se apresentou nesta quinta-feira na unidade”. Pacheco compareceu à delegacia acompanhado de dois advogados.

A confusão que teria motivado o crime é objeto de investigação. A família de Jorge nega que ele conhecesse o PM ou que houvesse qualquer discussão entre eles no dia do crime. As circunstâncias do caso continuam sendo apuradas pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense.

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