Yorely Bernal, uma mãe venezuelana, foi deportada dos Estados Unidos em março de 2023, deixando sua filha Maikelys em um abrigo. Após quase um ano de separação, elas se reencontraram na quarta-feira, quando a primeira-dama da Venezuela, Cilia Flores, entregou a criança a Bernal no palácio presidencial em Caracas. Bernal descreveu o reencontro como um “milagre” e expressou sua alegria em ter a filha de volta. Maikelys ficou sob a custódia do governo americano, que alegou que a separação era por questões de segurança, ligando Bernal e seu parceiro a uma gangue criminosa, o que ambos negam. Durante a separação, Bernal teve poucas oportunidades de ver a filha, que não a reconhecia mais. Agora reunida, Bernal espera que seu parceiro também possa se juntar a elas em breve.
Yorely Bernal foi reunida com sua filha Maikelys na quarta-feira, após quase um ano de separação. A entrega ocorreu no palácio presidencial em Caracas, feita pela primeira-dama da Venezuela, Cilia Flores. A separação aconteceu após a deportação de Bernal dos Estados Unidos em março de 2023, quando sua filha ficou sob custódia do governo americano.
Em entrevista à La Iguana TV, Bernal descreveu o reencontro como um “milagre”. Ela expressou sua dúvida sobre a possibilidade de rever a filha, afirmando: “Muitas vezes, eu duvidei que minha filha voltaria.” A criança passou a maior parte do tempo em um abrigo nos EUA, sob a custódia do Departamento de Segurança Interna (DHS), que alegou que a separação foi por questões de segurança.
O DHS acusou Bernal e seu parceiro, deportado para uma prisão de segurança máxima em El Salvador, de serem membros da gangue criminosa Tren de Aragua, o que ambos negam. A acusação não foi acompanhada de provas concretas. Bernal relatou que, após a separação, teve acesso a videochamadas semanais com a filha, mas Maikelys não a reconhecia mais.
Cilia Flores entregou Maikelys a Bernal em um ato simbólico, encerrando um longo período de incerteza. Agora, Bernal espera que seu parceiro também seja libertado e possa se reunir com a família na Venezuela. Ela afirmou: “Eu sei que ele vai estar aqui, porque ele me prometeu.”
Entre na conversa da comunidade