Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Cidades do Amazonas enfrentam emergência devido a cheias que afetam 209 mil pessoas

Cheias no Amazonas afetam 20 cidades e 209 mil pessoas; previsão é de que a situação persista até julho, com alagamentos em várias regiões.

0:00
Carregando...
0:00

O Amazonas enfrenta uma grave situação de cheias, com 20 cidades em emergência, incluindo Jutaí e São Paulo de Olivença, que foram as mais recentes a entrar nessa lista. Cerca de 49 mil famílias estão sendo afetadas, totalizando aproximadamente 209 mil pessoas. O nível do rio Negro em Manaus já ultrapassou a cota de inundação, alcançando 28,21 metros, e a previsão é que a situação continue até julho. Muitas cidades enfrentam dificuldades de transporte devido aos alagamentos, e a Defesa Civil está distribuindo cestas básicas para ajudar os afetados. Além disso, as cheias estão afetando outros rios da região, como o Juruá e o Madeira, que também apresentam níveis críticos. A situação é preocupante, pois as cheias impactam diretamente a vida das pessoas, causando perdas na agricultura e dificultando o acesso a várias áreas.

O número de cidades em situação de emergência no Amazonas devido às cheias dos rios aumentou para 20, conforme atualização da Defesa Civil neste sábado (17). Cerca de 49 mil famílias estão sendo afetadas, totalizando aproximadamente 209 mil pessoas impactadas diretamente.

Nos últimos dois dias, São Paulo de Olivença e Jutaí foram os municípios que passaram do estado de alerta para emergência. A situação é crítica em várias regiões, com alagamentos e dificuldades de mobilidade em estradas. O nível do rio Negro em Manaus já ultrapassou a cota de inundação, alcançando 28,21 metros, enquanto a cota de inundação é de 27,50 metros.

Situação Crítica

Os municípios de Apuí, Manicoré e Juruá enfrentam os níveis mais altos, com medições de 27,46 metros, 25,32 metros e 23,40 metros, respectivamente. A Defesa Civil está monitorando a situação e já distribuiu 250 toneladas de cestas básicas e 600 caixas d’água para as famílias afetadas. A previsão é que as cheias persistam até julho.

Além disso, a rodovia Transamazônica está comprometida, com mais de 20 quilômetros submersos devido ao rio Madeira, dificultando o transporte de veículos e mantimentos. A Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros estão em alerta, monitorando a possibilidade de novas inundações em outras áreas.

Impactos na Agricultura

Os efeitos das cheias também são sentidos na agricultura. Em Benjamin Constant, cerca de 21 mil pessoas estão afetadas, representando 45% da população local. Agricultores enfrentam perdas significativas na produção, especialmente de hortaliças e maracujá, devido ao excesso de água.

A situação no Amazonas é um reflexo das mudanças climáticas e requer atenção contínua das autoridades para mitigar os impactos nas comunidades afetadas.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais