Novas imagens mostram o momento em que o submersível Titan, da OceanGate, implodiu no Oceano Atlântico em junho de 2023, durante uma expedição para ver os destroços do Titanic. O vídeo, gravado a bordo do navio de apoio, captura o som da implosão e a reação de Wendy Rush, esposa do CEO da OceanGate, que perguntou o que tinha sido aquele estrondo. Logo após, a equipe recebeu uma mensagem do submersível informando que havia descartado dois pesos, o que fez parecer que tudo estava normal. No entanto, a Guarda Costeira dos EUA confirmou que o som era, na verdade, da implosão. A investigação revelou que o casco do Titan apresentava falhas estruturais desde um ano antes do acidente. Em um mergulho anterior, passageiros relataram um estalo forte, que foi identificado como delaminação, um problema que compromete a segurança do submersível. O Titan desapareceu cerca de 90 minutos após iniciar a descida a 3.800 metros de profundidade. Após cinco dias de busca, os destroços foram encontrados a cerca de 500 metros do Titanic. Todos os cinco ocupantes, incluindo Wendy Rush, morreram instantaneamente. A OceanGate suspendeu suas operações e está colaborando com as investigações. Um documentário da BBC, que será lançado em breve, trará mais detalhes sobre o caso.
Imagens inéditas divulgadas pela Guarda Costeira dos Estados Unidos (USCG) mostram o momento da implosão do submersível Titan, da OceanGate, durante uma expedição ao Titanic em junho de 2023. O vídeo, exibido pela BBC, captura a reação de Wendy Rush, esposa do CEO da OceanGate, Stockton Rush, que estava entre as cinco vítimas do acidente. Ao ouvir um estrondo, ela questiona: “O que foi aquele barulho?”.
Cerca de noventa minutos após a descida a 3.800 metros de profundidade, o Titan desapareceu. Momentos antes da perda de contato, a equipe de apoio recebeu uma mensagem do submersível informando que havia descartado dois pesos, o que foi interpretado como parte do procedimento normal. Contudo, a USCG confirmou que o som ouvido era, na verdade, a implosão do casco.
Falhas Estruturais
A investigação revelou que o Titan apresentava falhas estruturais desde pelo menos um ano antes da tragédia. Em um mergulho realizado em 2022, passageiros relataram um estalo forte, que foi posteriormente identificado como delaminação, um processo que compromete a integridade do casco. Especialistas já haviam alertado sobre os riscos do design do submersível, que não possuía certificação independente.
O Titan afundou a cerca de quinhentos metros do naufrágio do Titanic. Além de Wendy Rush, estavam a bordo o empresário britânico Hamish Harding, o mergulhador francês Paul-Henri Nargeolet, e o empresário paquistanês Shahzada Dawood com seu filho de dezenove anos. Todos morreram instantaneamente.
Documentários em Foco
Após o acidente, a OceanGate encerrou suas operações e se comprometeu a cooperar com as investigações. Dois documentários, um da BBC e outro da Netflix, estão programados para serem lançados em breve, prometendo explorar as causas da tragédia. A empresa declarou que seria inadequado comentar mais enquanto aguarda os relatórios das agências.
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