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Vítimas de assaltos em SP abandonam cidade e enfrentam traumas profundos

Aumento de 48% nos roubos na zona leste de São Paulo leva moradores a buscar segurança em outras regiões, como São Caetano.

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A violência e os roubos na zona leste de São Paulo estão preocupando os moradores. Catarina Silvério, uma nutricionista de 27 anos, foi assaltada cinco vezes em um ano, o que a fez se mudar para São Caetano. O 42º DP registrou um aumento de 48% nos roubos no primeiro trimestre de 2025, com 212 ocorrências a mais em comparação ao mesmo período do ano anterior. Catarina contou que os assaltos foram rápidos e geralmente realizados por homens em motos, e em uma das situações, ela e a irmã foram ameaçadas com armas. Sua mãe, Magda, de 58 anos, organizou reuniões com a polícia para pedir mais segurança, mas ainda não se sente segura. A rua Guaiana-Timbó, perto da casa de Catarina, teve cinco roubos armados em um mês, e os criminosos têm usado táticas como marcar encontros para assaltar as pessoas. A sensação de insegurança está afetando a vida dos moradores, que buscam formas de se proteger.

A violência e os roubos na zona leste de São Paulo têm gerado preocupação entre os moradores. A nutricionista Catarina Silvério, de 27 anos, foi vítima de assaltos cinco vezes em um ano, o que a levou a se mudar para São Caetano. O 42º DP registrou um aumento de 48% nos roubos no primeiro trimestre de 2025, evidenciando uma tendência alarmante na segurança da região.

Catarina relata que os assaltos ocorreram de forma rápida, geralmente com a abordagem de um ou dois homens em motos. Em uma das situações, ela e a irmã foram ameaçadas com armas e tiveram que fugir. Em outra ocasião, enquanto voltava do mercado, foi abordada e teve seus alimentos e dinheiro levados. O medo a fez evitar o bairro onde cresceu e, após várias experiências traumáticas, decidiu mudar-se para mais perto de sua mãe.

O Sítio da Figueira, onde Catarina morava, é um dos locais mais afetados pela criminalidade. O aumento de 212 roubos registrados entre janeiro e março de 2025 contrasta com a queda geral na capital, que teve 26.758 queixas em 2024, uma redução em relação ao ano anterior. Apesar da diminuição em muitos distritos, 25 deles, incluindo o 42º DP, apresentaram aumento nos registros.

A situação de Catarina é compartilhada por outros moradores da região. Sua mãe, Magda Miyashiro, de 58 anos, organizou reuniões com a PM e a GCM para solicitar mais policiamento e instalação de câmeras. Embora tenha havido um aumento na presença policial, Magda afirma que isso ainda não é suficiente para garantir a segurança desejada.

Além disso, a rua Guaiana-Timbó, a seis quilômetros da casa de Catarina, se tornou um ponto crítico, com cinco roubos armados em um mês. Os criminosos têm utilizado estratégias como marcar encontros para compra de produtos, mas ao invés de compradores, aparecem assaltantes armados. A sensação de insegurança tem afetado a rotina dos moradores, que buscam alternativas para se proteger.

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