A Marinha da Colômbia apreendeu três toneladas de cocaína em um narcossubmarino a 148 quilômetros de Tumaco, durante uma operação no último sábado. Três homens equatorianos que estavam na embarcação foram capturados, e o submarino afundou logo após a abordagem. Em outra ação, a Marinha encontrou 3,2 toneladas de cocaína em esconderijos, totalizando um prejuízo de 300 milhões de dólares para grupos criminosos. Desde 1993, a Marinha já confiscou 270 narcossubmarinos, que têm sido cada vez mais usados para transportar drogas, especialmente para a Europa. Especialistas pedem mais cooperação internacional para combater o narcotráfico, enquanto a produção de cocaína na Colômbia continua a aumentar.
A Marinha da Colômbia anunciou a apreensão de três toneladas de cocaína em um narcossubmarino, a 148 quilômetros de Tumaco. A operação, realizada no último sábado, resultou na captura de três homens equatorianos, que estavam a bordo da embarcação, que naufragou logo após a abordagem. A ação contou com o apoio de uma aeronave da Força Aeroespacial da Colômbia.
Em uma segunda operação, o Batalhão Fluvial de Infantaria da Marinha localizou 125 fardos em dois esconderijos, totalizando 3,2 toneladas de cocaína. Juntas, as apreensões causaram um prejuízo estimado em US$ 300 milhões para organizações criminosas que atuam na região. Desde 1993, a Marinha já confiscou 270 narcossubmarinos, evidenciando a crescente utilização dessas embarcações no tráfico de drogas.
Crescente uso de narcossubmarinos
Nos últimos três anos, o uso de narcossubmarinos tem se intensificado, especialmente para o transporte de cocaína para a Europa. Durante uma conferência em Cartagena, especialistas discutiram a necessidade de fortalecer a cooperação internacional no combate ao narcotráfico. As embarcações, muitas vezes fabricadas na Colômbia, apresentam um design que dificulta sua detecção, com algumas sendo capazes de navegar totalmente submersas.
O maior narcossubmarino apreendido na Colômbia foi interceptado em maio de 2023, medindo 30 metros de comprimento e transportando cerca de três toneladas de drogas. A legislação colombiana impõe penas severas para a construção e uso dessas embarcações, com penas que podem chegar a 14 anos de prisão. Apesar dos esforços, a Colômbia continua a registrar recordes na produção de cocaína, desafiando as iniciativas de combate ao narcotráfico.
Entre na conversa da comunidade