O júri de Paulo Cupertino Matias começa nesta quinta-feira e deve durar dois dias. Ele é acusado de assassinar o ator Rafael Miguel e seus pais em junho de 2019, em São Paulo. Cupertino está preso desde maio de 2022, quando foi encontrado em um hotel. O crime aconteceu quando Rafael, que tinha 22 anos, foi à casa da namorada para conversar sobre o relacionamento. Durante a visita, Cupertino chegou armado e disparou contra as três vítimas, que estavam no portão. O réu tentou adiar o julgamento, mas o pedido foi negado pelo juiz, que considerou a solicitação uma manobra para atrasar o processo. O juiz também decidiu que um advogado será designado caso a defesa atual seja destituída. Em uma carta, Cupertino mencionou problemas de saúde e dificuldades de visão. Durante o júri, ele poderá usar roupas comuns, em vez do uniforme da prisão. A defesa não se manifestou publicamente e disse que fará todos os comentários nos documentos do processo.
A Justiça inicia nesta quinta-feira (29) o júri de Paulo Cupertino Matias, réu acusado de assassinar o ator Rafael Miguel e seus pais em junho de 2019, em São Paulo. O julgamento deve se estender por dois dias, com término previsto para sexta-feira (30). Cupertino está preso desde maio de 2022, quando foi encontrado em um hotel na zona sul da cidade.
O crime ocorreu quando Rafael, que tinha 22 anos e atuava na novela “Chiquititas”, foi à casa da namorada, filha de Cupertino, para conversar sobre o relacionamento. Durante a visita, o réu chegou armado e disparou contra as três vítimas, que aguardavam no portão. Todos morreram no local.
Cupertino tentou adiar o julgamento, alegando falta de tempo para que sua defesa se preparasse. No entanto, o pedido foi negado pelo juiz Antonio Carlos Pontes de Souza, que considerou a solicitação uma tentativa de “chicana processual”. Para evitar nova anulação do processo, o juiz determinou a presença de um advogado dativo em caso de nova destituição da defesa.
Em uma carta datada de 15 de outubro, Cupertino mencionou problemas de saúde e dificuldades de visão. Durante o júri, ele poderá usar roupas comuns, ao invés do uniforme do Centro de Detenção Penitenciária, onde está preso. A atual defesa do réu não se manifestou publicamente e afirmou que todos os posicionamentos serão feitos nos autos do processo.
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