Um atropelamento na Rua Alice, em Laranjeiras, feriu quatro pessoas durante uma festa de aniversário no bar Sonho Lindo. O motorista, Luciano Valério Pires, de 47 anos, foi preso após o incidente, que pode ter sido causado por desavenças políticas. Testemunhas disseram que Luciano provocou a mãe do aniversariante, José Castro, por causa de um broche político que ela usava. Depois de ser agredido por familiares, ele saiu, mas voltou dirigindo em alta velocidade e atropelou os convidados que estavam na calçada. Após o atropelamento, tentou fugir, mas colidiu e foi detido pela polícia. José contou que, após ser preso, Luciano saiu da viatura sem algemas e tentou agredir outras pessoas. Na manhã seguinte, ele deixou a delegacia mancando e disse que foi agredido por cerca de 20 pessoas. Sua advogada afirmou que ele foi atacado por motivos políticos e que é professor de futebol. A polícia informou que Luciano não tem antecedentes criminais e que seu carro não tinha multas até este ano. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, que está verificando se realmente houve motivação política no atropelamento. Luciano também fez exame de alcoolemia e a situação está sendo acompanhada pelas autoridades.
Um atropelamento na Rua Alice, em Laranjeiras, deixou quatro pessoas feridas durante uma festa de aniversário no bar Sonho Lindo. O motorista, Luciano Valério Pires, de 47 anos, foi preso em flagrante após o incidente, que pode ter sido motivado por divergências políticas.
Testemunhas relataram que Luciano provocou a mãe do aniversariante, José Castro, devido a um broche que ela usava com a frase “Sem anistia”, em referência a um movimento político. José afirmou que o motorista, possivelmente bolsonarista, começou a incomodar sua mãe e, após ser agredido por familiares, deixou o local, mas retornou minutos depois dirigindo seu carro em alta velocidade.
O atropelamento ocorreu por volta das 21h, quando Luciano avançou contra os convidados que estavam sentados na calçada. Após o incidente, ele tentou fugir, mas colidiu o veículo e foi detido por policiais militares. José relatou que, após ser preso, Luciano saiu da viatura sem algemas e tentou agredir outras pessoas novamente.
Na manhã seguinte, Luciano deixou a delegacia mancando e alegou ter sido agredido por cerca de 20 pessoas. Sua advogada, Alessandra Pires, defendeu que ele foi vítima de uma agressão motivada por divergências políticas e que é professor em uma escolinha de futebol. A Polícia Civil informou que Luciano não possui antecedentes criminais e que seu veículo não registrava multas até este ano.
O caso está sob investigação da Polícia Civil, que apura se houve realmente motivação política por trás do atropelamento. Luciano foi submetido a exame de alcoolemia e a situação continua a ser monitorada pelas autoridades.
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