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Ex-principal é condenado à prisão perpétua por atentado que matou casal em Odisha

Ex-principal de faculdade é condenado à prisão perpétua por enviar bomba disfarçada de presente que matou um recém-casado e sua tia-avó.

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Um ex-principal de faculdade em Odisha, Índia, foi condenado a prisão perpétua por enviar uma bomba disfarçada de presente de casamento, que matou Soumya Sekhar Sahu e sua tia-avó em 2018. O crime, conhecido como o caso da “bomba de casamento”, chocou o país. A bomba foi entregue na casa de Soumya apenas cinco dias após seu casamento. Quando ele e sua esposa abriram o pacote, houve uma explosão que os feriu gravemente, resultando na morte de Soumya e de sua tia-avó, enquanto sua esposa ficou gravemente ferida. Após uma longa investigação, Punjilal Meher, o principal suspeito, foi preso. Ele tinha um rancor profissional contra a família de Soumya e planejou o ataque com cuidado, usando um nome falso para enviar a bomba. A polícia, após receber uma carta anônima que indicava Meher como suspeito, conseguiu ligá-lo ao crime. Durante o interrogatório, ele confessou ter feito a bomba e enviado pelo correio.

Um ex-principal de faculdade, Punjilal Meher, foi condenado à prisão perpétua por enviar uma bomba em um pacote que matou Soumya Sekhar Sahu e sua tia-avó em Odisha, Índia, em fevereiro de 2018. O crime, conhecido como o caso da “bomba de casamento”, chocou o país.

A explosão ocorreu apenas cinco dias após o casamento de Soumya, quando ele e sua esposa, Reema, abriram o pacote, que parecia um presente. O ataque deixou Reema gravemente ferida, com queimaduras e trauma. O tribunal considerou o ato um crime “hediondo”, mas não o classificou como o “mais raro dos raros”, o que poderia levar à pena de morte.

Após uma investigação prolongada, Meher, então com 49 anos, foi identificado como o responsável. Ele tinha um histórico de rivalidade profissional com a família da vítima, o que motivou o crime. A bomba foi enviada de Raipur, a mais de 230 quilômetros de distância, utilizando um serviço de entrega sem monitoramento.

Detalhes da Investigação

A investigação começou com a análise de milhares de registros telefônicos e entrevistas com mais de 100 pessoas. Um ponto crucial foi uma carta anônima que sugeriu que o verdadeiro remetente tinha conhecimento íntimo do crime. A polícia, liderada pelo oficial Arun Bothra, percebeu que a letra da carta se assemelhava à de Meher, levando-o a se tornar o principal suspeito.

Durante o interrogatório, Meher inicialmente apresentou uma história implausível, mas acabou confessando. Ele admitiu ter construído a bomba usando pólvora de fogos de artifício e enviado o pacote disfarçado. Meher ainda compareceu ao casamento e ao funeral da vítima, o que levantou suspeitas adicionais sobre seu comportamento.

A condenação de Meher marca um desfecho significativo para um caso que atraiu atenção nacional e foi amplamente coberto pela mídia, incluindo uma série investigativa da BBC.

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