Luiz Augusto Carneiro Costa, conhecido como DJ Luisinho Costa, foi assassinado a tiros durante um programa ao vivo na Rádio Guarany FM, em Abaetetuba, Pará. Um homem encapuzado entrou no estúdio, perguntou sobre o DJ e disparou três vezes contra ele antes de fugir. A Polícia Civil já identificou um suspeito, mas seu nome não foi revelado. Luiz Augusto era uma figura conhecida na região, organizando shows e eventos de carnaval. O bloco de carnaval “Me Namora”, do qual ele fazia parte, e sindicatos de jornalistas expressaram sua tristeza e indignação pelo crime, ressaltando a importância de combater a violência contra profissionais da comunicação. A comunidade local espera por justiça.
A Polícia Civil do Pará investiga o assassinato do radialista e promotor de eventos Luiz Augusto Carneiro Costa, conhecido como DJ Luisinho Costa. Ele foi morto a tiros na manhã desta terça-feira, durante um programa ao vivo na Rádio Guarany FM, em Abaetetuba. Um homem encapuzado entrou no estúdio, questionou funcionários sobre o DJ e disparou três vezes contra ele antes de fugir.
As autoridades já identificaram o suspeito, mas seu nome ainda não foi divulgado. A Delegacia de Homicídios do município está conduzindo a investigação com rigor. Luiz Augusto era uma figura conhecida na região, responsável por trazer shows de artistas nacionais e por sua atuação no carnaval local.
Reações e Lamentações
O bloco de carnaval “Me Namora”, do qual Luiz fazia parte, expressou seu pesar em uma nota oficial nas redes sociais. Além disso, entidades como o Sindicato dos Trabalhadores das Empresas de Rádio e Televisão (Stert-PA) e o Sindicato de Jornalistas no Estado do Pará (Sinjor-PA) manifestaram sua indignação. Em comunicado, afirmaram estar “estarrecidos” com o crime e ofereceram condolências aos familiares e amigos do radialista.
As entidades também destacaram a necessidade de enfrentar a violência contra profissionais de comunicação no Pará e na Amazônia. Em nota, ressaltaram que “cada violência contra um profissional da imprensa é também um ato contra a liberdade de informação, a democracia e o Estado Democrático de Direito”. A comunidade local aguarda por respostas e justiça em relação a este trágico evento.
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