Uma mãe no Rio de Janeiro, chamada Mariana Sobral, encontrou um rato morto dentro da fralda de seu bebê de um mês. Isso aconteceu quando ela trocou a fralda do filho durante a madrugada. Mariana disse que, ao acordar, viu uma mancha escura na fralda e, ao investigar, percebeu que era um camundongo, que estava preso na fralda. Ela ficou em choque e ligou para o serviço de atendimento ao cliente da empresa que fabrica a fralda, que pediu fotos para verificar o caso. Embora a empresa tenha prometido enviar um novo produto ou devolver o dinheiro, não demonstrou preocupação com a saúde do bebê. Mariana registrou o caso na Delegacia do Consumidor e a fralda foi apreendida para análise. A pediatra da criança orientou Mariana a observar possíveis sintomas nos próximos dias. A empresa e a Vigilância Sanitária foram contatadas, mas não responderam até o momento.
Uma mãe no Rio de Janeiro, Mariana Sobral, encontrou um rato morto dentro da fralda de seu bebê de um mês. O incidente ocorreu durante a madrugada do dia 20, quando Mariana trocou a fralda e deu de mamar no escuro. Ao amanhecer, ao trocar a criança novamente, ela se deparou com uma mancha escura na fralda, inicialmente confundida com uma mancha de algodão.
Após perceber que se tratava de um camundongo, com uma das laterais apresentando sangue, Mariana ficou em choque. Imagens mostram o animal preso sob a camada interna da fralda. A mãe acredita que o rato ficou preso durante o processo de fabricação, já que a embalagem estava lacrada.
Mariana contatou o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da empresa responsável pela fralda, que solicitou fotos para análise. Embora a empresa tenha prometido enviar um novo produto ou devolver o dinheiro, não demonstrou preocupação com a saúde do bebê. “A resposta não foi sobre meu filho, mas sobre a veracidade da minha alegação”, afirmou Mariana.
Ações Tomadas
A mãe consultou um pediatra, que a orientou a observar possíveis sintomas nos próximos dias. Mariana registrou o caso na Delegacia do Consumidor, e a fralda foi apreendida para perícia. O UOL tentou contato com a assessoria de comunicação da marca Babysec e com a Vigilância Sanitária do Rio de Janeiro, mas não obteve respostas até o fechamento desta matéria. O espaço permanece aberto para manifestações.
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