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Polícia indiciou cinco pessoas pela morte de aluna em queda de prédio no RS

Polícia Civil indiciou cinco pessoas por homicídio culposo após morte de aluna em academia. Falhas de segurança e construção estão em investigação.

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A Polícia Civil do Rio Grande do Sul indiciou cinco pessoas por homicídio culposo após a morte de Denise de Oliveira, de 45 anos, que caiu do segundo andar de uma academia em Caxias do Sul. O acidente aconteceu em março, quando ela se desequilibrou durante um exercício e bateu em uma janela de vidro, sendo projetada para fora do prédio. Entre os indiciados estão o dono da academia, o arquiteto responsável pela construção e três agentes públicos municipais. A perícia constatou que os vidros do segundo andar eram muito finos e não suportavam impactos, e o aparelho de musculação estava muito próximo do vidro, aumentando o risco de acidentes. Denise usava um equipamento chamado Graviton quando caiu. O Corpo de Bombeiros a encontrou em parada cardiorrespiratória, mas não conseguiu reanimá-la. A academia Motivida lamentou o ocorrido e disse que está colaborando com as investigações. O caso levanta preocupações sobre a segurança em academias e a responsabilidade dos donos e profissionais envolvidos.

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul indiciou cinco pessoas por homicídio culposo após a morte de Denise de Oliveira, de 45 anos, que caiu do segundo andar de uma academia em Caxias do Sul. O acidente ocorreu em março, quando a mulher se desequilibrou durante um exercício e colidiu com uma janela de vidro, sendo projetada para fora do prédio.

Entre os indiciados estão o proprietário da academia, o arquiteto responsável pela construção e três agentes públicos municipais. A identidade dos envolvidos não foi divulgada. A necropsia não conseguiu determinar a causa do desequilíbrio de Denise, e um exame de sangue está sendo realizado para verificar o uso de medicamentos.

Falhas na Segurança

A perícia revelou que os vidros do segundo andar não atendiam às exigências técnicas, apresentando apenas 4 milímetros de espessura, o que os tornava inadequados para suportar impactos. Além disso, o aparelho de musculação estava a apenas 70 centímetros do vidro, aumentando o risco de acidentes. O delegado Edinei Albarello informou que o arquiteto também foi responsável pela execução da obra, que recebeu autorização do município, apesar das falhas.

Denise estava utilizando um aparelho chamado Graviton quando ocorreu o acidente. Ela se desequilibrou e caiu, quebrando o vidro ao impacto. O Corpo de Bombeiros chegou ao local e encontrou a mulher suspensa por uma grade, já em parada cardiorrespiratória. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) tentou reanimá-la, mas não obteve sucesso.

Reação da Academia

A academia Motivida, onde o acidente ocorreu, emitiu uma nota de pesar nas redes sociais, afirmando que a segurança e o bem-estar dos alunos são prioridades. A instituição declarou que está colaborando com as autoridades para esclarecer os fatos. O caso levanta questões sobre a segurança em estabelecimentos de fitness e a responsabilidade dos proprietários e profissionais envolvidos na construção e manutenção das instalações.

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