Um homem de 37 anos está em coma após ser agredido durante um roubo na passarela da Barra Funda, em São Paulo, na madrugada de domingo. Ele foi atacado por um grupo de quatro a cinco pessoas enquanto caminhava. A agressão ocorreu em uma passarela que liga as ruas Sousa Lima e Luigi Greco, perto da favela do Moinho e da estação Barra Funda. A vítima conseguiu voltar para casa e contou a um vigilante que seu celular havia sido roubado, mas não acordou no dia seguinte. Ele foi levado à Santa Casa de Misericórdia, onde permanece em coma. A Secretaria da Segurança Pública investiga o caso e busca câmeras de segurança e testemunhas. A gangue da bike, conhecida por assaltos na região, é suspeita de estar envolvida.
Um homem de 37 anos permanece em coma após ser agredido durante um roubo em uma passarela na Barra Funda, São Paulo. O ataque ocorreu na madrugada de domingo, 8 de outubro, quando a vítima foi abordada por um grupo de quatro a cinco pessoas.
A agressão aconteceu em uma passarela que liga as ruas Sousa Lima e Luigi Greco, próxima à favela do Moinho e à estação Barra Funda. A suspeita é que parte dos agressores seja composta por menores de idade. Após o ataque, o homem conseguiu chegar em casa, onde relatou a situação a um vigilante. Ele estava nervoso e informou que seu celular havia sido roubado.
Com dores intensas, a vítima tomou um medicamento e foi dormir, mas não acordou no dia seguinte. A família acionou uma ambulância, e ele foi levado à Santa Casa de Misericórdia, onde permanece em coma. Imagens obtidas mostram a vítima caminhando com o celular na mão antes da agressão, enquanto um grupo descia a passarela.
Investigação em Andamento
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) investiga o caso, com apurações realizadas pela 1° Cerco. Os investigadores estão em busca de câmeras de segurança que possam ter registrado a movimentação dos suspeitos. Testemunhas estão sendo convocadas para prestar depoimentos.
A região é conhecida por ser alvo frequente de assaltos, especialmente por grupos que atuam em bicicletas, conhecidos como gangue da bike. Esses criminosos costumam roubar celulares e vendê-los a receptadores na área central. A SSP reforça que está empenhada em esclarecer o caso e identificar os responsáveis pela agressão.
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