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Coringa da Loud enfrenta processo por suposto ataque coordenado de comentarista

Mariana Ayrez processa Victor Camilo por omissão em ataques misóginos durante transmissão, visando responsabilizar a empresa Loud.

Mariana Ayrez e Coringa da Loud - Fotomontagem (Foto: Reprodução)
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Mariana Ayrez, comentarista da Kings League, está processando Victor Camilo, conhecido como Coringa da Loud, por não ter agido contra ataques misóginos que ela sofreu durante uma transmissão em 31 de março. Mariana afirma que os ataques foram organizados e que a empresa se beneficiou financeiramente com a situação, já que a live teve mais de 2 milhões de visualizações e a moderação não impediu os comentários ofensivos. Ela quer garantir um ambiente virtual seguro para as mulheres e seu advogado, Thalles de Medeiros, destaca que a empresa não só se omitiu, mas também lucrou com o engajamento gerado pelos ataques. Uma investigação particular revelou a existência de “milícias digitais misóginas” que usaram expressões agressivas contra Mariana. Após a transmissão, Coringa compartilhou um vídeo onde outro influenciador ofendia Mariana, sem se opor às ofensas. O advogado de Mariana observa que, embora não haja uma lei específica para esses casos, a situação pode ser considerada coautoria. A assessoria de Coringa informou que ele ainda não foi notificado sobre o processo e que seus advogados estão analisando a situação.

A streamer Mariana Ayrez, comentarista da Kings League, está processando Victor Camilo, conhecido como Coringa da Loud, por suposta omissão e coautoria em ataques cibernéticos misóginos. A ação foi protocolada após uma transmissão em 31 de março, onde Mariana foi alvo de ofensas por parte de fãs de Coringa.

De acordo com a denúncia, Mariana foi atacada de forma sistemática e coordenada, recebendo uma série de ofensas durante a live. O advogado dela, Thalles de Medeiros, afirma que a Loud, empresa da qual Coringa é sócio, lucrou com a situação, já que a transmissão alcançou mais de 2 milhões de visualizações. A moderação de comentários, segundo ele, não teria atuado para inibir as ofensas.

Mariana destaca que transformar ataques a mulheres em entretenimento não pode ser normalizado. Ela pretende tomar todas as medidas legais necessárias para garantir um ambiente virtual seguro para as mulheres. O advogado ressalta que a empresa não apenas se omitiu, mas também se beneficiou financeiramente dos ataques, que geraram engajamento.

Investigação e Ofensas

Uma investigação particular contratada pela defesa de Mariana aponta para a existência de “milícias digitais misóginas”. Durante a transmissão, foram utilizadas expressões como “derrubar” e “espancar”, além de tentativas coordenadas de desativar perfis da streamer nas redes sociais. No dia seguinte à live, Coringa republicou um vídeo onde outro influenciador ofendia Mariana, sem demonstrar repúdio às ofensas.

O advogado de Mariana observa que não há uma legislação específica para casos de ataques virtuais em plataformas de streaming, mas a situação pode ser considerada coautoria, dependendo da análise do Ministério Público. A assessoria de Coringa informou que ele ainda não foi notificado sobre o processo e que seus advogados estão avaliando a situação.

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