- Cássio Cruz Ferreira, de 35 anos, foi preso três vezes em quatro dias por tentativas de invasão a residências em Piratininga, Niterói.
- A primeira prisão ocorreu no sábado, 28 de outubro, quando ele tentava furtar uma bicicleta e um botijão de gás.
- Após ser liberado em audiência de custódia, foi reconhecido por uma moradora na terça-feira, 1º de novembro, como autor de uma invasão anterior.
- Vinte minutos após a segunda soltura, ele foi visto tentando invadir outra casa, mas conseguiu fugir.
- Cássio foi localizado em seguida, portando uma bicicleta furtada e uma bermuda de uma das residências invadidas, confessando os crimes e permanecendo preso.
Em um período de apenas quatro dias, Cássio Cruz Ferreira, de 35 anos, foi preso três vezes por tentativas de invasão a residências em Piratininga, Niterói. O suspeito foi liberado após audiências de custódia, mas sua liberdade foi curta, durando apenas 20 minutos antes de ser detido novamente.
A primeira prisão ocorreu no sábado, 28 de outubro, às 22h, quando Cássio foi flagrado por policiais militares tentando furtar uma bicicleta e um botijão de gás em uma casa na Rua Professor Altamiro de Castro. Após a audiência de custódia, ele foi solto na terça-feira, 1º de novembro. No dia seguinte, por volta das 13h40, uma moradora o reconheceu na Avenida Raul de Oliveira Rodrigues como o autor de uma invasão registrada na véspera, que resultou no furto de uma escada de alumínio avaliada em R$ 800.
A identificação da moradora levou à nova detenção de Cássio, mas, novamente, a polícia não encontrou flagrante e ele foi liberado. Vinte minutos após a soltura, o suspeito foi visto tentando invadir outra residência. O morador, ao perceber a movimentação suspeita, acionou a 81ª DP (Itaipu). Embora Cássio tenha conseguido fugir inicialmente, a polícia o localizou em seguida, portando uma bicicleta furtada e uma bermuda que havia sido levada da casa.
Durante o interrogatório, Cássio confessou os crimes. Ele foi autuado novamente e permanece preso na 81ª DP, aguardando nova audiência de custódia. O delegado titular, Deoclécio de Assis, acredita que, devido à reincidência, o suspeito deve permanecer detido desta vez.
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