- O estado do Rio de Janeiro registrou 27.878 casos de crimes virtuais em 2024, um aumento de 31% em relação a 2023.
- A cada 19 minutos, ocorre um crime virtual no estado, com 54% dos casos relacionados a estelionato.
- Os dados foram obtidos pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) e refletem uma tendência preocupante.
- Conceitos como Medidas Assecuratórias, que garantem o cumprimento de decisões judiciais, e Fato Atípico, que não se configura como crime, foram mencionados.
- A crescente digitalização e a falta de segurança nas plataformas online contribuem para o aumento das ocorrências.
O estado do Rio de Janeiro enfrenta um aumento alarmante nos crimes virtuais, com dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) revelando um crescimento de 31% em 2024 em comparação ao ano anterior. Foram registrados 27.878 casos, o que equivale a uma ocorrência a cada 19 minutos.
Dentre os crimes, 54% estão relacionados a estelionato, abrangendo diversas variações. Os dados foram obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação e refletem uma tendência preocupante no estado. Em 2023, o total de ocorrências foi de aproximadamente 21 mil.
Medidas e Conceitos
Além dos crimes, surgem conceitos como Medidas Assecuratórias e Fato Atípico, que não se configuram como crimes. As Medidas Assecuratórias, segundo a advogada criminalista Lorena Pontes, são ações legais para garantir que futuras decisões judiciais possam ser cumpridas, como o bloqueio de bens.
Por outro lado, o Fato Atípico refere-se a situações que, embora levadas à delegacia, não se enquadram nas definições legais de crime. Esses conceitos são importantes para entender a complexidade do cenário de crimes virtuais no estado.
Ocorrências em Destaque
Os dados do ISP também destacam os 10 registros com maior número de ocorrências em ambiente virtual nos últimos dois anos. A crescente digitalização e a falta de segurança nas plataformas online contribuem para esse aumento, exigindo atenção redobrada das autoridades e da população.
O panorama atual exige uma resposta eficaz das instituições e uma maior conscientização dos cidadãos sobre os riscos associados ao uso da internet.
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