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Diarista é acusada de roubar R$ 700 mil em joias e objetos da patroa

Diarista confessa furto de R$ 700 mil de ex-patroa e é indiciada, mas não presa; itens furtados foram recuperados pela polícia.

Confrontada, a diarista confessou que os itens foram furtados da casa da patroa (Foto: Polícia Civil/Divulgação)
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  • A Polícia Civil indiciou uma diarista de 46 anos por furtos de R$ 700 mil contra sua ex-patroa, uma empresária de 38 anos, em Uberlândia.
  • A mulher trabalhou para a vítima por dois anos e foi alvo da Operação Make Up, realizada em 4 de outubro.
  • Durante a operação, a polícia cumpriu um mandado de busca na casa da diarista e recuperou itens como joias, óculos, sapatos, roupas e produtos de beleza.
  • A diarista confessou os crimes, mas não foi presa e será indiciada por furto qualificado.
  • A investigação começou após a empresária notar o desaparecimento de pertences e a diarista publicar uma foto usando uma roupa da patroa.

A Polícia Civil indiciou uma diarista de 46 anos por furtos que totalizam R$ 700 mil contra sua ex-patroa, uma empresária de 38 anos, em Uberlândia. A mulher, que trabalhava para a vítima há dois anos, foi alvo da Operação Make Up, deflagrada na última sexta-feira, 4 de outubro.

Durante a operação, a polícia cumpriu um mandado de busca na residência da diarista, localizada no Bairro Jardim Botânico. Foram recuperados diversos itens, incluindo joias, óculos, sapatos, roupas e produtos de beleza, que a mulher confessou serem da ex-patroa. Apesar da confissão, a diarista não foi presa, mas será indiciada por furto qualificado.

A empresária notou o desaparecimento de seus pertences e decidiu procurar a polícia. A investigação começou após a diarista publicar uma foto nas redes sociais usando uma roupa da patroa. Os furtos ocorreram em pequenas quantidades ao longo do tempo, enquanto a diarista conquistava a confiança da empresária.

A vítima relatou que, ao comentar sobre o sumiço de itens, a funcionária criava narrativas que desviavam a atenção, fazendo-a acreditar que os crimes poderiam ser atribuídos a outras pessoas. A Polícia Civil não divulgou o valor dos itens apreendidos, que serão devolvidos à empresária.

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