- Jefferson Almeida, motorista de aplicativo de 63 anos, foi morto a tiros em Costa Barros, Rio de Janeiro, na madrugada de quinta-feira (3).
- Ele transportava a passageira Camila Daniela da Silva Santos, de 24 anos, quando o veículo foi atacado por criminosos armados durante um confronto entre facções rivais.
- Testemunhas informaram que pelo menos quatro homens armados com fuzis ordenaram a parada do carro e dispararam antes que Jefferson pudesse reagir.
- Camila foi ferida no braço, mas conseguiu parar o veículo e, após o ataque, foram levados por outro motorista até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Costa Barros.
- A Polícia Militar e a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investigam o caso e o Disque Denúncia pede informações sobre os responsáveis, garantindo anonimato.
Jefferson Almeida, um motorista de aplicativo de 63 anos, foi morto a tiros na madrugada de quinta-feira (3) em Costa Barros, Rio de Janeiro. Ele estava transportando uma passageira, Camila Daniela da Silva Santos, de 24 anos, quando o veículo foi interceptado por criminosos armados durante um confronto entre facções rivais.
O Disque Denúncia lançou um cartaz pedindo informações sobre o crime, que ocorreu por volta das 4h. Testemunhas relataram que pelo menos quatro homens armados com fuzis ordenaram a parada do carro e dispararam antes que Jefferson pudesse reagir. Camila foi atingida no braço, mas conseguiu puxar o freio de mão e parar o veículo, que ficou cheio de perfurações.
Após o ataque, os criminosos obrigaram o motorista de outro carro a levar as vítimas até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Costa Barros. Jefferson chegou ao hospital já sem vida, enquanto Camila recebeu atendimento e foi liberada em seguida. Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram o som dos tiros durante o confronto entre facções do Complexo do Chapadão, ligado ao Comando Vermelho, e do Complexo da Pedreira, controlado pelo Terceiro Comando Puro.
Investigação em Andamento
A Polícia Militar, através do 41º BPM (Irajá), foi acionada após a entrada das vítimas na UPA. As equipes encontraram o carro abandonado e perfurado. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) está à frente das investigações, que incluem perícia no local e busca por imagens de câmeras de segurança.
O Disque Denúncia reforça o apelo à população para que colabore com informações que possam levar à identificação e captura dos responsáveis. O anonimato é garantido e os canais para denúncia estão disponíveis.
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