- Rodrigo Pacheco, ex-chefe do Congresso, e Davi Alcolumbre, atual presidente do Senado, estão sob proteção policial devido a ameaças de um grupo de matadores de aluguel.
- Anotações da Polícia Federal indicam que o grupo, composto principalmente por militares, tinha alvos específicos, incluindo Pacheco, com vigilância armada programada para um horário determinado.
- Os documentos revelaram que os criminosos também mencionavam ministros do Supremo Tribunal Federal como alvos, com valores tabelados para assassinatos: R$ 100 mil para deputados, R$ 150 mil para senadores e R$ 250 mil para ministros do STF.
- A situação levou as autoridades a reforçar a segurança dos envolvidos, que estão cientes do risco.
- As investigações da Polícia Federal continuam, com atenção especial a qualquer movimentação do grupo.
Alvo de um suposto grupo de matadores de aluguel, o ex-chefe do Congresso, Rodrigo Pacheco, tem circulado com segurança policial. As ameaças também atingem Davi Alcolumbre, atual presidente do Senado, que intensificou sua proteção com agentes armados.
Anotações da Polícia Federal revelaram que o grupo de pistoleiros, em sua maioria composto por militares, tinha alvos específicos, incluindo Pacheco. Os documentos indicavam uma vigilância armada programada para 09h30. Além disso, os criminosos mencionavam ministros do Supremo Tribunal Federal como alvos, com valores tabelados para assassinatos: R$ 100.000 para deputados, R$ 150.000 para senadores e até R$ 250.000 para ministros do STF.
A situação alarmante levou as autoridades a reforçar a segurança dos envolvidos. Pacheco e Alcolumbre, cientes do risco, estão sob constante proteção. A descoberta das anotações pela Polícia Federal acendeu um alerta sobre a gravidade das ameaças e a necessidade de medidas preventivas para garantir a segurança das autoridades.
As investigações continuam, e a Polícia Federal está atenta a qualquer movimentação do grupo. O clima de tensão no Senado reflete a seriedade da situação, com a segurança das lideranças políticas em jogo.
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