- O Brasil continua enfrentando temperaturas baixas devido à permanência de uma massa de ar polar.
- As mínimas estão abaixo de 10 °C em várias cidades do Sudeste e do sul de Mato Grosso do Sul.
- A ausência de ventos quentes do norte mantém o frio, enquanto ventos úmidos do mar ajudam a manter temperaturas amenas.
- Nevoeiros afetam a visibilidade, especialmente no Rio Grande do Sul, podendo causar atrasos em voos.
- Alertas para risco de alagamentos foram emitidos na Bacia dos Rios Negro e Solimões, onde já há cheia observada.
Com a saída da massa de ar polar, que trouxe temperaturas extremamente baixas ao Brasil, o esperado seria a chegada de ar quente da Amazônia. No entanto, essa mudança não ocorreu, e o frio persiste em diversas regiões, especialmente no Centro-Sul. Temperaturas mínimas continuam abaixo de 10 °C em cidades do Sudeste e do sul de Mato Grosso do Sul, com alertas para nevoeiros e riscos de alagamentos no Norte.
A ausência dos ventos quentes do norte, que normalmente trazem calor e tempo seco, contribui para a manutenção do frio. Ventos úmidos do mar ajudam a manter as temperaturas amenas. Segundo o meteorologista Allef Matos, novas frentes frias podem avançar pelo oceano, prolongando o tempo fresco. As tardes devem continuar frescas e as madrugadas geladas, com mínimas em São Paulo variando entre 10 °C e 12 °C e máximas entre 20 °C e 23 °C.
Nevoeiros e Impactos
A umidade trazida pelos ventos do mar favorece a formação de nevoeiros nas primeiras horas do dia, reduzindo a visibilidade e podendo causar atrasos em voos. A situação é mais crítica no Rio Grande do Sul, onde os nevoeiros podem persistir, impactando a operação dos aeroportos. Em Porto Alegre, as mínimas devem ficar entre 7 °C e 10 °C, enquanto no Rio de Janeiro as temperaturas variam entre 11 °C e 13 °C nas madrugadas, subindo para 24 °C a 25 °C durante o dia.
No Norte, a previsão é de chuvas isoladas, especialmente em Roraima e no norte do Amazonas, enquanto o Centro-Sul permanece seco. O Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden) emitiu alertas para risco de alagamentos na Bacia dos Rios Negro e Solimões, onde a cheia já é observada. A população deve estar atenta aos riscos hidrológicos e geológicos, que incluem inundações e deslizamentos de terra.
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