- Brasil enfrenta o Canadá em Vancouver pela Copa Davis nesta sexta (6) e sábado (7).
- O confronto histórico ocorreu de 18 a 20 de julho, no Clube Pinheiros, em São Paulo, com Thomaz Koch e José Mandarino como dupla brasileira de destaque.
- Koch,
recuperado de hepatite, venceu o primeiro jogo contra John Sharpe; Mandarino perdeu para Mike Belkin; Brasil vence as duplas por 3 a 2 (set(s): 6/3, 3/6, 0/6, 6/4 e 6/3).
- No último dia, Koch foi derrotado por Belkin (6/8, 8/6, 6/3 e 6/4), e Mandarino venceu Sharpe (6/1, 6/0, 6/2), mantendo a classificação brasileira.
- Koch destaca a importância da Copa Davis na época, sendo mais valorizada que Grand Slams e Olimpíadas, por representar o Brasil em equipe e com apoio do público.
Nesta sexta (6) e sábado (7), o Brasil enfrenta o Canadá pela Copa Davis em Vancouver. Em notícias do passado, Thomaz Koch relembrou um confronto histórico contra os canadenses, destacado na época por sua superação após hepatite.
O duelo ocorreu de 18 a 20 de julho de 1970, no Clube Pinheiros, em São Paulo. Além de Koch, o Brasil contou com José Mandarino; de cada lado, Mike Belkin e John Sharpe disputaram as partidas. Koch disputou a primeira partida de simples e venceu com parciais de 9/7, 7/5, 5/7 e 8/6.
Mandarino perdeu na sequência, em três sets, para Belkin, abrindo caminho para a dupla brasileira, que venceu por 3 a 2 (6/3, 3/6, 0/6, 6/4 e 6/3). Com o resultado, os canadenses lideravam a série por 2 a 1.
No último dia, Koch foi derrotado por Belkin (6/8, 8/6, 6/3 e 6/4), enquanto Mandarino garantiu a classificação ao vencer Sharpe (6/1, 6/0, 6/2). Koch, hoje recordista de vitórias em simples (46) e duplas (28) pela seleção, já tinha passado por uma grande prova física ao superar a hepatite.
Relevância histórica da Copa Davis
Koch destacou que a Copa Davis tinha peso igual ou maior que grandes torneios da época, tanto para ele quanto para Mandarino. A competição era vista como a principal vitrine de representing Brasil, com foco em jogos de cinco sets e apoio nacional, diferente dos circuitos individuais.
Recordista de confrontos pela equipe (44) e com 16 anos de participação, Koch enfatizou o espírito de equipe da Davis, onde os atletas buscavam representar o país além das disputas Pan-Americanas, numa época sem Olimpíadas. A competição era marcada pela integração entre atletas e torcida.
Entre na conversa da comunidade