- Jair Bolsonaro cancelou a primeira entrevista que ocorreria às 13h desta terça-feira (23), por questões de saúde, segundo bilhete enviado ao portal Metrópoles.
- Não há previsão de um novo encontro entre o ex-presidente e a imprensa.
- O ministro Alexandre de Moraes determinou que pedidos de entrevista devem passar pela defesa do ex-presidente, em meio a várias negativas do custodiado.
- Bolsonaro fará cirurgia para tratar de hérnia inguinal, em caráter de emergência; o pedido de prisão domiciliar humanitária foi negado.
- O ex-presidente tem relatado crises de soluços, com laudo apontando cerca de 40 soluços por minuto; Moraes autorizou consulta com cardiologista e fisioterapia conforme necessário.
Jair Bolsonaro, ex-presidente, cancelou a entrevista que concederia nesta terça-feira (23) às 13h. A comunicação foi enviada ao portal Metrópoles em um bilhete manuscrito, no qual o político afirmou não atender à imprensa por questões de saúde. Ainda não há data marcada para uma nova conversa com jornalistas.
Logo após a prisão, veículos de imprensa solicitaram autorização ao ministro do STF Alexandre de Moraes para realizar entrevistas com Bolsonaro. Moraes havia sido alertado sobre a demanda após os pedidos chegarem aos autos da execução penal, que também tratam de visitas e de procedimentos médicos.
Saúde e procedimentos médicos
A defesa de Bolsonaro solicitou que um procedimento cirúrgico para correção de hérnia inguinal fosse feito com caráter de emergência. A solicitação de prisão domiciliar humanitária, para recuperação em casa, foi negada. O ex-presidente passa por crises de soluço intensas, com laudos apontando até 40 soluços por minuto.
Carlos Bolsonaro, antigo vereador do Rio de Janeiro, informou que o pai possui problemas cardiovasculares. Moraes autorizou, quando necessário, a consulta com cardiologista e a realização de fisioterapia para prevenir complicações na saúde do ex-presidente. A prisão segue sob custódia, sem definição de nova data para entrevista.
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