- A Polícia Federal foi à residência de Filipe Martins na manhã de sábado, 27 de dezembro, conforme informou o advogado Jeffrey Chiquini.
- Segundo o advogado, o ministro Alexandre de Moraes ter-ia decretado prisão domiciliar a Martins.
- Martins já usa tornozeleira eletrônica há 555 dias, cumprindo as medidas cautelares com regularidade, segundo a defesa.
- Martins foi condenado a 21 anos e 6 meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal, decisão unânime da Primeira Turma em 16 de dezembro, integrando o núcleo 2 da investigação.
- Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal e também do núcleo 2, foi preso no Paraguai na sexta-feira, tentando fugir com passaporte falso para El Salvador.
Ontem pela manhã, a Polícia Federal esteve na residência de Filipe Martins, ex-assessor para Assuntos Internacionais no governo de Jair Bolsonaro, conforme informou seu advogado, Jeffrey Chiquini. A ação ocorreu durante o recesso do STF, em 27 de dezembro.
Segundo o advogado, o ministro Alexandre de Moraes teria determinado prisão domiciliar para Martins e restrições de visitas. Chiquini afirmou ainda que Martins já cumpre, há 555 dias, o uso de tornozeleira eletrônica, obedecendo às medidas cautelares.
Martins foi condenado a 21 anos e 6 meses de prisão, decisão tomada de forma unânime pela Primeira Turma do STF no dia 16 do mês. Ele integrava o chamado núcleo 2 da investigação da corte sobre uma suposta tentativa de golpe de Estado.
Prisão domiciliar e desdobramentos
A decisão envolve o contexto da investigação do núcleo 2, que também teve outro desfecho relevante nesta semana. O ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal Silvinei Vasques foi preso no Paraguai na sexta-feira, 26, ao tentar fugir para El Salvador com passaporte falso.
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