- As eleições de 2026 vão renovar 54 das 81 cadeiras do Senado, exigindo um bloco mínimo de 41 senadores para a maioria, com possibilidade de chegar a 54 dependendo de decisão do STF.
- A direita, liderada pelo PL e Novo, planeja uma ofensiva para formar essa maioria e frear decisões do Supremo Tribunal Federal, além de viabilizar impeachment de ministros da corte.
- Entre os nomes cotados estão Michelle Bolsonaro (PL-DF), Eduardo Bolsonaro (PL-SP), Bia Kicis (PL-DF), Deltan Dallagnol (Novo-PR), Cristina Graeml (União-PR) e Marcel van Hattem (Novo-RS).
- A provável inelegibilidade de Jair Bolsonaro pode colocar familiares na disputa, com possíveis candidaturas ao Senado ou à Presidência reconfigurando as estratégias nos estados.
- Outros nomes em pauta incluem Nikolas Ferreira (PL-MG), que não teria idade mínima para o Senado, além de possíveis disputas de Ricardo Salles (Novo-SP pelo governo de São Paulo) e reeleições de Carlos Portinho (PL-RJ) e Marcos Rogério (PL-RO).
O grupo de lideranças da direita, principalmente do PL e Novo, prepara uma ofensiva para as eleições de 2026. O objetivo central é conquistar a maioria no Senado para frear decisões do STF e viabilizar processos de impeachment contra ministros da Suprema Corte.
A estratégia envolve articular um bloco de oposição capaz de sustentar pautas de maior acionamento político. A dedicada leitura sobre o papel do Senado é crucial, pois a Casa é a única responsável por processar ministros do STF.
Além disso, a movimentação contempla articulações em estados. A meta é eleger ao menos 41 senadores, número que pode subir dependendo de fatores institucionais e de decisões judiciais.
Principais nomes cotados para a disputa
Entre os cotados aparecem a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL-DF) e os deputados Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Bia Kicis (PL-DF). Também aparecem Deltan Dallagnol (Novo-PR), Cristina Graeml (União-PR) e Marcel van Hattem (Novo-RS).
Nomes complementares incluem Nikolas Ferreira (PL-MG), que aparece como favorito em votos, ainda sem cumprir a idade mínima para o Senado. Outros nomes ponderados são Ricardo Salles (Novo-SP) e senadores como Carlos Portinho (PL-RJ) e Marcos Rogério (PL-RO).
Desafios e cenários
Serão renovadas 54 das 81 cadeiras, em duas vagas por estado. A coalizão precisa consolidar maioria entre alianças, o que aumenta a pressão entre pré-candidatos. A disputa interna por vagas acirra as articulações nos estados e pode redirecionar estratégias nacionais.
Com a possível inelegibilidade de Jair Bolsonaro, familiares próximos aparecem como peças-chave. Michelle, Eduardo, Flávio e Carlos são avaliados para cenários que vão desde disputas locais até eventual candidatura presidencial ou de vice.
Outros nomes e estratégias
Entre os concorrentes, figuras já com atuação expressiva na política aparecem com planos voltados a disputar o Palácio do Planalto ou o Senado. A dinâmica pode impactar alianças estaduais e a distribuição de siglas no mapa eleitoral de 2026.
Entre na conversa da comunidade