- Daniella Perez, atriz da Globo e filha de Gloria Perez, foi assassinada aos 22 anos pouco depois de gravar a cena que encerrava o namoro na novela De Corpo e Alma, em 28 de dezembro de 1992.
- Guilherme de Pádua é apontado como autor do crime; ele confessou o homicídio na manhã de 29 de dezembro, após os acontecimentos nos estúdios Tycoon e deslocamento para Copacabana com Paula Thomaz.
- O crime ocorreu em um posto de gasolina e depois numa rua deserta da Barra da Tijuca, com 18 golpes que atingiram pulmão, coração e pescoço, seguindo o sequestro de Daniella no veículo.
- Pouco antes, Guilherme teria entregue dois bilhetes a Daniella; relatos indicam que ela ficou nervosa ao recebê-los, e houve desconforto do ator com seu papel na novela.
- A polícia chegou ao casal após identificar o veículo e constatar adulteração da cena com fita isolante; Paula Thomaz foi mencionada, mas negou envolvimento formal.
Daniella Perez, atriz da Globo e filha de Gloria Perez, foi assassinada aos 22 anos entre 28 e 29 de dezembro de 1992. O crime ocorreu após a gravação de uma cena decisiva da novela De Corpo e Alma, da qual a mãe da atriz era autora. Guilherme de Pádua foi o principal suspeito e depois confessou o crime.
A investigação aponta que, depois da gravação, Guilherme procurou Daniella em seu camarim, entregou dois bilhetes a ela e a atriz ficou visivelmente nervosa. Segundo relatos, o desconforto dele estaria ligado a mudanças no texto da novela.
No mesmo dia, o ator saiu dos Estúdios Tycoon, em Jacarepaguá, foi para Copacabana buscar Paula Thomaz, grávida de quatro meses, e retornou ao local. Paula acompanhou, deitada no banco traseiro, para não ser vista.
O encontro fatal ocorreu em um posto de gasolina da Barra da Tijuca, onde Daniella parou para abastecer. Guilherme fechou o carro da atriz, houve luta, e Daniella foi levada para o interior do veículo. A agressão resultou em 18 golpes.
O corpo foi arrastado para um matagal próximo. Perícia apontou golpes que atingiram pulmão, coração e pescoço. Um advogado que passava pelo local acionou a polícia ao perceber a movimentação estranha.
Na manhã de 29 de dezembro, Guilherme foi à delegacia e confessou o crime. Paula chegou a admitir envolvimento informalmente, mas negou em depoimento oficial. A investigação apontou indícios de adulteração de provas por Pádua.
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