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PF abre inquérito para investigar influenciadores que atacaram o BC

Polícia Federal investiga contratação de influenciadores para atacar o Banco Central, relacionado ao caso do Banco Master e de Vorcaro

Fachada do Banco Master na rua Elvira Ferraz em Itaim Bibi, em São Paulo
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  • A Polícia Federal abriu hoje um inquérito para investigar a contratação de influenciadores com o objetivo de atacar o Banco Central, no contexto da crise envolvendo o Banco Master, liquidado pelo BC no fim do ano passado.
  • A apuração busca apurar possível favorecimento do banqueiro Daniel Vorcaro por meio de campanhas de desinformação nas redes sociais.
  • A autorização para o inquérito foi feita pelo ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, e o caso ficará com a delegacia Dicor, da PF.
  • A PF decidiu pela abertura após a imprensa divulgar que influenciadores teriam sido procurados para defender o Master e atacar o BC, com base em evidências reunidas pela corporação.
  • A defesa de Vorcaro nega qualquer relação com influenciadores ou com campanhas digitais de difamação; o processo pode trazer depoimentos e análise de conteúdos das redes sociais.

A Polícia Federal abriu um inquérito para apurar a contratação de influenciadores para atacar o Banco Central. A investigação envolve o Banco Master, liquidado pelo BC no fim do ano passado, e o empresário Daniel Vorcaro. O inquérito foi autorizado no STF.

A PF aponta que o objetivo seria favorecer Vorcaro, segundo informações do UOL confirmadas pela CNN. O pedido foi feito por meio de relatório da própria PF após o retorno de várias reportagens sobre o tema.

O ministro Dias Toffoli, do STF, autorizou a abertura do inquérito no dia 13. A delegacia responsável ficará com a Dicor, a Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção.

A linha de apuração envolve a contratação de influenciadores para difamar o BC e defender o Master. A PF investiga conteúdos divulgados nas redes sociais e possíveis estratégias de postagens.

A defesa de Vorcaro nega qualquer relação com influenciadores. Em nota, os advogados afirmaram que o banqueiro não tem vínculo com campanhas digitais de difamação contra autoridades públicas.

Caso avançado, a PF poderá ouvir depoimentos, analisar conteúdos e ampliar a linha de investigação sobre eventuais fraudes, desvio de dinheiro e ocultação de patrimônio envolvendo o Master.

Contexto da investigação

A apuração ocorre em meio a outras linhas de investigações da PF sobre o Banco Master e seus negócios. A ideia é esclarecer se houve cooptação de terceiros para favorecer Vorcaro e familiares.

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