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Síndico e filho são presos em Goiás após desaparecer corretora em subsolo

Síndico e filho são presos em Goiás sob suspeita de homicídio de Daiane Alves Souza; corpo é encontrado em área de mata e porteiro também é ouvido

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  • A Polícia Civil prendeu o síndico Cléber Rosa de Oliveira e o filho dele, em Goiás, sob suspeita de homicídio da corretora Daiane Alves Souza, desaparecida em dezembro em Caldas Novas.
  • O corpo de Daiane foi encontrado nesta madrugada em área de mata na mesma cidade.
  • O porteiro do prédio também foi conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos.
  • Existem denúncias anteriores envolvendo Daiane e o síndico, incluindo perseguição e questões relacionadas à locação de imóveis no condomínio.
  • Defesas atribuíram versões distintas: Daiane teria agido em legítima defesa de terceiro; o síndico nega função de investigado e afirma cooperação com as autoridades.

Na madrugada desta quinta-feira (28), a Polícia Civil de Goiás prendeu o síndico Cléber Rosa de Oliveira e o filho dele, suspeitos de homicídio envolvendo a corretora Daiane Alves Souza, desaparecida em dezembro em Caldas Novas. O corpo da mulher foi encontrado em uma área de mata na mesma cidade. O porteiro do prédio também foi levado à delegacia para prestar esclarecimentos.

Segundo o delegado responsável, a investigação passa a tratar Daiane como vítima de homicídio. A defesa de Cléber diz que ele agiu dentro da legalidade como síndico para manter a ordem condominial. O caso ganhou contornos após denúncias entre Daiane e o síndico, incluídas em documentos obtidos pela CNN Brasil. A identidade do porteiro não foi confirmada pela polícia.

Denúncias entre mulher e síndico

Antes do desaparecimento, Daiane e Cléber teriam trocado acusações, com Daiane acusando o síndico de perseguição entre fevereiro e outubro de 2025. A promotoria afirma que Daiane administrava imóveis no condomínio Amethist Tower, onde Cléber atuava como síndico. Em uma locação, Daiane albergou nove pessoas, excedendo o limite de hóspedes.

A defesa de Daiane classifica as acusações como infundadas e sustenta que houve legítima defesa de terceiros em uma situação de risco, citando supostos incidentes envolvendo o síndico. A defesa de Cleber afirma que ele não é investigado no inquérito e que colaborou com autoridades.

Contexto do caso e desdobramentos

Daiane possuía 12 processos contra o síndico, em áreas cível e criminal, com maioria ainda em andamento. O desaparecimento ocorreu após um episódio de queda de energia no apartamento em dezembro, registrado em vídeo que mostra Daiane descendo ao subsolo, conversando com um vizinho e com o porteiro, antes de sumir. A investigação está sendo conduzida pela Delegacia de Homicídios de Goiás.

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