- Síndico Cléber Rosa de Oliveira é apontado como responsável pelo assassinato da corretora Daiane Alves Souza no subsolo do prédio e teria levado o corpo pelas escadas para não ser filmado pelas câmeras.
- A polícia informou que Cléber teria desligado propositalmente a energia do apartamento de Daiane para atraí-la ao subsolo, onde o crime ocorreu.
- A vítima desapareceu em dezoito de dezembro de 2025 e foi encontrada morta na madrugada de hoje em área de mata na região de Caldas Novas (GO).
- O filho do síndico, suspeito de auxiliar na obstrução de provas, foi preso temporariamente; ele pode responder por obstrução e pelos mesmos crimes.
- O condomínio possuía dez câmeras; as investigações indicam que o síndico usou as escadas para registrar o menos possível e evitar films. Daiane já tinha 12 processos contra Cléber, envolvendo áreas cível e criminal.
O síndico Cléber Rosa de Oliveira é apontado pela Polícia Civil de Goiás como autor do homicídio da corretora Daiane Alves Souza. O crime teria ocorrido no subsolo do prédio onde Daiane morava, em Caldas Novas (GO). A investigação indica que ele atraiu a vítima ao local ao desligar a luz do apartamento dela, em ação proposital para dificultar registro de câmeras.
A dupla foi presa temporariamente: Cléber e o filho dele, que é suspeito de ajudar na obstrução de provas. O síndico, segundo a polícia, colaborou com as investigações e apontou o local onde o corpo foi abandonado.
Segundo as apurações, Daiane foi morta dentro do condomínio e o corpo foi retirado pelas escadas para evitar registro nas câmeras. A única imagem do suspeito no dia é de 12h27; as câmeras do subsolo não cobriam as escadas, facilitando a ação.
A Polícia Civil sustenta que o crime pode ter durado cerca de oito minutos, desde o desaparecimento das imagens às 19h até o retorno de uma moradora às 19h08. O deslocamento ocorreu sem uso de elevadores, com acesso limitado de câmeras.
O condomínio contava com dez câmeras de segurança. A investigação aponta que a escada foi o meio utilizado para transportar o corpo, sem registro de filmagens da área. O filho do síndico é investigado por possivelmente auxiliar na ocultação de provas.
Daiane havia registrado movimentos de conflito com o síndico em diversas ações judiciais. Ela respondia a 12 ações envolvendo áreas cível e criminal, com 11 em andamento e uma já arquivada, favorável à corretora.
Defesas apresentadas destacam versões distintas. A defesa de Daiane afirma que a vítima agiu em legítima defesa de terceiros, diante de risco à família, e que não houve violação de domicílio. A defesa de Cleber sustenta que ele não figura como investigado no inquérito inicial e que sempre atuou conforme a lei, mantendo a cooperação com as autoridades.
Entre na conversa da comunidade