- A Polícia Federal realizou busca e apreensão na casa do governador do Acre, Gladson Cameli, em Rio Branco, nesta quinta-feira 5.
- Durante a ação foram recolhidos dispositivos eletrônicos e uma quantia em dinheiro; Cameli afirma que os valores são de origem privada e serviam como reserva financeira.
- Segundo o governador, a diligência decorre de uma denúncia relacionada a um processo de avaliação para obtenção de registro de piloto em uma escola de aviação local, e ele afirmou ter prestado esclarecimentos com tranquilidade e transparência.
- As buscas foram autorizadas pela ministra Isabel Gallotti, do Superior Tribunal de Justiça; a Polícia Federal não divulgou mais detalhes da investigação.
- Cameli também é investigado na Operação Ptolomeu, que envolve nove inquéritos por suspeitas de desvios de recursos; há uma ação penal no STJ por corrupção, organização criminosa e lavagem de dinheiro, com julgamento que começou em dezembro de 2025 e foi suspenso por pedido de vista, sem data para retomada.
A Polícia Federal realizou busca e apreensão na casa do governador do Acre, Gladson Cameli (PP), em Rio Branco, nesta quinta-feira 5. Durante a operação, foram apreendidos dispositivos eletrônicos e uma quantia em dinheiro. O governador informou que os valores têm origem privada e funcionavam como reserva financeira, com comprovação a ser apresentada às autoridades.
Cameli afirmou que a diligência decorre de uma denúncia ligada a um processo de avaliação para obtenção de registro de piloto em uma escola de aviação local. Em nota, ele disse ter prestado esclarecimentos com tranquilidade e transparência e se manteve sereno.
As buscas tiveram autorização da ministra Isabel Gallotti, do Superior Tribunal de Justiça. A PF não divulgou mais detalhes sobre a investigação. A operação ocorre no contexto de apuração relacionada à Operação Ptolomeu, que resultou em nove inquéritos sobre suspeitas de desvios de recursos públicos.
Cameli responde a uma ação penal no STJ sob a acusação de corrupção, organização criminosa e lavagem de dinheiro. O julgamento da ação começou em dezembro de 2025 na Corte Especial do STJ, com voto da relatora pela condenação e perda do cargo, mas foi suspenso por questão de vista.
Ainda não há data para a retomada do processo no STJ. O governador afirma não haver decisão definitiva e declarou confiar na Justiça, mantendo o posicionamento de colaborar com as autoridades. Não houve confirmação de novas diligências neste momento.
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