- Uma mulher de 69 anos está no hospital com quatro vértebras quebradas após um policial supostamente empurrá-la com violência e sem aviso durante protesto em Sydney contra a visita do presidente israelense Isaac Herzog.
- Jann Alhafny disse que caiu e teve o corpo pressionado por outras pessoas, temendo uma confusão ou sufocamento.
- A polícia de Nova Gales do Sul informou que não estava ciente do ocorrido; investigadores analisam imagens de câmeras corporais e vídeos nas redes sociais.
- O protesto reuniu milhares de pessoas, houve uso de spray de pimenta e cercamento, e a área foi declarada como “evento maior” para ampliar os poderes policiais temporariamente.
- Autoridades pedem investigação independente sobre a atuação policial e revisar as medidas de policiamento de protestos; o comissário afirmou que os agentes agiram para manter a segurança.
Aos 69 anos, Jann Alhafny está hospitalizada com quatro vértebras quebradas após suposta agressão de um policial durante o protesto em Sydney contra a visita do presidente israelense Isaac Herzog. Ela afirma ter sido empurrada ao chão de forma violenta e sem aviso prévio.
Alhafny relata que, no chão, outras pessoas teriam sido empurradas sobre ela. Diz ainda que temeu um tumulto maior e possibilidade de sufocar. Segundo ela, o policial agarrou um braço e a ergueu com força excessiva, causando dor intensa.
A polícia de New South Wales disse não ter conhecimento imediato do incidente e informou que equipes analisam imagens de câmeras corporais e vídeos nas redes sociais. O caso ocorre em meio a confrontos durante o protesto de milhares de pessoas.
O protesto ocorreu em área de abrangência de uma declaração de evento maior, o que permitiu poderes ampliados para deslocar manifestantes e realizar buscas durante a visita de Herzog. Há registros de spray de pimenta e contenção policial.
O incidente se soma a uma série de feridos no protesto, com relatos de confrontos entre manifestantes e forças de segurança. O prefeito de Sydney, Clover Moore, pediu uma investigação independente sobre as ações policiais e a condução das manifestações.
A administradora comitiva de Minns afirmou que as restrições de protesto podem ter contribuído para tensões, defendendo a necessidade de equilíbrio entre segurança pública e direito de manifestação. O governo reiterou respaldo às ações policiais dentro da lei vigente.
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