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Policiais argentinos são punidos após protesto por aumento salarial

Policiais da província de Santa Fé, na Argentina, são punidos com suspensão e desarmamento após protesto por salários e apoio psicológico

Policiais protestam em Santa Fé, na Argentina. Foto: AFP
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  • vinte policiais da província de Santa Fé foram punidos após protesto por melhores salários e saúde mental.
  • manifestação ocorreu em Rosário, com a participação de familiares, entre a noite de segunda-feira e a madrugada de terça-feira.
  • pela manhã, dezenas de viaturas com sirenes ligadas ficaram em frente à sede do governo, na capital da província.
  • o ministro da Justiça e da Segurança, Pablo Cococcioni, anunciou a suspensão e o desarmamento de vinte policiais; disse que investiga crimes cometidos por grupos marginalizados da polícia.
  • as reivindicações incluem melhores salários, apoio psicológico integral e transporte para policiais que moram até seiscentos quilômetros de seus locais de trabalho.

Os policiais da província de Santa Fé, na Argentina, foram punidos após um protesto por reajuste salarial e apoio à saúde mental. A ação envolveu dezenas de agentes e familiares, em Rosário, entre a noite de segunda-feira e a madrugada de terça-feira.

O protesto seguiu pela manhã com viaturas ligando sirenes em frente à sede do governo, na capital provincial. A mobilização ocorreu em um dos distritos com altos índices de criminalidade no país.

O ministro da Justiça e da Segurança de Santa Fé, Pablo Coccozoni, afirmou que há investigações sobre crimes atribuídos a grupos marginalizados que teriam perdido o poder. A tribunação envolveu a suspensão e o desarmamento de 20 policiais.

Um ex-policial, Gabriel Sarla, explicou que a pauta principal é a melhoria salarial, além de apoio psicológico integral e transporte para agentes que moram longe do trabalho, até 600 quilômetros.

Entre os profissionais ouvidos pela imprensa, uma policial ativo relatou salário mensal de cerca de 900 mil pesos, o que, segundo ela, exige turnos de até 16 horas sem folga. Ela confirmou a dispersão das ações para outras delegacias.

O governo reconheceu que as reivindicações são legítimas, mas ressaltou que a manifestação gerou ações violentas e ilegais. A autoridade destacou que a polícia não permitirá que grupos usem a força para desestabilizar a segurança pública.

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