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Vorcaro é preso em nova fase da operação da PF sobre Master

Nova fase da operação Compliance Zero prende Daniel Vorcaro em São Paulo; PF mira obstrução de investigações e bloqueio de ativos de até 22 bilhões

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  • O empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi preso novamente em São Paulo na nova fase da operação Compliance Zero, autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal.
  • Vorcaro já havia sido preso em novembro, mas recebeu habeas corpus e foi solto, utilizando tornozeleira eletrônica.
  • A prisão desta quarta-feira mira a possível prática de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos por uma organização criminosa, segundo a Polícia Federal.
  • Ao todo, a PF cumpriu quatro mandados de prisão preventiva e 15 de busca e apreensão nos estados de São Paulo e Minas Gerais, com apoio do Banco Central.
  • A operação também determinou afastamentos de cargos públicos e o sequestro e bloqueio de bens, até o montante de até R$ 22 bilhões, para interromper a movimentação de ativos ligados ao grupo investigado.

A Justiça autorizou a prisão de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, em nova fase da operação Compliance Zero. A prisão ocorreu em São Paulo e foi cumprida pela Polícia Federal, sob determinação do ministro André Mendonça, do STF. A ação faz parte de apuração sobre suspeitas de fraude na instituição financeira.

Vorcaro já havia sido preso em novembro do ano passado na primeira fase e, após, solto com uso de tornozeleira eletrônica. Segundo a apuração, ele é suspeito de tentar atrapalhar as investigações ligadas ao Master, incluindo ações contra envolvidos e testemunhas.

Nova fase da operação

A PF informou que a nova fase investiga possíveis crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos praticados por organização criminosa, com apoio do Banco Central. Ao todo, foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e 15 de busca e apreensão nos estados de São Paulo e Minas Gerais.

As ações também envolveram afastamentos de cargos públicos, além de sequestro e bloqueio de bens, estimados em até 22 bilhões de reais. A medida visa interromper a movimentação de ativos vinculados ao grupo e preservar valores relacionados às supostas ilicitudes.

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