- O YouTuber Reckless Ben Schneider tenta recuperar um conjunto de LEGO Star Wars, avaliado em cerca de $ 200 mil, que pertenciam a Bryan Mansell e ao pai dele, consignados à Bricks and Minifigs; a loja mudou de proprietários e os Mansell foram impedidos de acessar o acervo.
- Em 2023, Mansell consignou os sets; a nova administração alegou possuir o negócio e expulsou os Mansell sem litígio caro, dificultando a retirada dos itens.
- Schneider lançou uma campanha nas redes, com vídeos longos, organizando pegadinhas, concursos e até criando uma “cultura” de LEGO para pressionar a empresa a devolver os itens.
- O líder da escola de “culto” visitou o CEO Ammon McNeff e o convencimento para devolver os LEGO ocorreu apenas sob a condição de Mansell pedir desculpas; quando a assinatura de supostos termos foi vista como brincadeira, a empresa fechou a loja.
- Em Utah, a operação chegou a ser alvo de uma operação policial; até o momento, Mansell não recuperou o acervo, e a Bricks and Minifigs divulgou nota dizendo não ter responsabilidade sobre o consignado antigo.
Um YouTuber conhecido como Reckless Ben Schneider iniciou uma campanha midiática para recuperar uma coleção de LEGO Star Wars avaliada em cerca de US$ 200 mil, supostamente apreendida pela rede Bricks and Minifigs após uma consignação mal-sucedida. A ação envolve a família Mansell, que colecionava peças desde 2000, em Keizer, Oregon.
Segundo a narrativa apresentada nos vídeos, a família consignou os conjuntos em 2023 para a loja da rede. A venda seguinte de propriedade e o fechamento do negócio geraram disputas, com a alegação de que o estoque foi tomado sem pagamento ou acordo claro. O objetivo é reaver a coleção original.
O primeiro conflito público ocorreu quando a equipe da loja, sob nova gestão, afirmou ser proprietária dos itens, bloqueando a Mansell de retornar ao espaço. Ao longo do tempo, seguiu-se uma série de tentativas de cobrança, sem retorno do acervo.
No decorrer da produção de vídeos longos, Schneider movimentou ações de retaliação cômica e provocativa para pressionar a empresa a devolver os LEGO. As ações incluíram encenações e provocações visuais para atrair atenção pública, sem resultados imediatos de resolução.
As filmagens mostram encontros com o CEO da Bricks and Minifigs, Ammon McNeff, e com a direção corporativa, em Salem, Oregon, e em Utah, onde a empresa mantém sede e operações. A tentativa de reintegração envolve notificações e procedimentos legais simulados.
Em um dos desdobramentos, a equipe de Schneider afirma que liderou uma série de ações com o objetivo de levar a justiça a agir, em vez de a empresa pagar pelo retorno dos itens. O esforço culmina com o fechamento temporário de uma das lojas da rede, conforme relato de Bastidores.
A empresa Bricks and Minifigs divulgou uma resposta oficial, afirmando não ter responsabilidade de respeitar acordos de consignação anteriores e pedindo que fãs não se envolvam com posts virais. A nota ressalta que não participa da exploração de idosos.
Até o momento, a coleção de Mansell não foi recuperada integralmente. As ações do YouTuber e o andamento da disputa seguem acompanhados pela repercussão nas redes e pela cobertura de veículos especializados, sem confirmação de retorno dos conjuntos.
Situação envolve ainda questões legais em aberto, com novos desdobramentos possíveis. O caso ilustra conflitos entre consignatários, redes varejistas especializadas e a pressão de mídias sociais para acelerar processos legais.
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