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Vorcaro negocia nova delação premiada com a PF, diz fonte

Vorcaro negocia nova delação com a PF; avaliação em uma semana após rejeição anterior, ligada ao maior caso de fraude bancária do Brasil e à corrida presidencial

A Polícia Federal rejeitou a proposta inicial de Vorcaro em 20 de maio porque ela não apresentava informações além daquelas que os investigadores já haviam obtido na apuração
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  • Vorcaro negocia nova proposta de delação premiada com a Polícia Federal, uma semana após a rejeição da proposta inicial.
  • A PF informou ao Supremo que a nova proposta será analisada pelos investigadores; ainda não houve assinatura de acordo de confidencialidade.
  • A recusa da primeiro acordo ocorreu em 20 de maio, por não trazer informações além das já obtidas na investigação.
  • O ex-banqueiro também negocia delação com a Procuradoria-Geral da República.
  • O Banco Master entrou em colapso em novembro por rombo de financiamento, estimado em R$ 51,8 bilhões, considerado o maior caso de fraude bancária do Brasil e com impactos na campanha eleitoral.

A Polícia Federal informou ao Supremo Tribunal Federal que uma nova proposta de delação premiada apresentada pelo ex-CEO do Banco Master será analisada pelos investigadores uma semana após a rejeição da proposta inicial. O anúncio acompanha o andamento do caso no STF.

Segundo pessoas próximas ao assunto ouvidas pela Bloomberg News, ainda não há assinatura de um acordo de confidencialidade, nem prazo definido para o andamento. A Folha de S.Paulo foi a primeira a reportar a retomada das negociações.

A PF recusou a proposta de Vorcaro em 20 de maio, alegando que não continha informações novas além do que já havia sido apurado. A assessoria jurídica de Vorcaro não comentou o assunto.

Além da delação com a PF, Vorcaro negocia também com a Procuradoria-Geral da República. O ex-banqueiro esteve no centro de um desfecho envolvendo o Banco Master, que entrou em colapso após o BC identificar um rombo de financiamento.

O rompimento do Banco Master ocorreu em novembro, com um prejuízo estimado em 51,8 bilhões de reais. Autoridades consideram o caso o maior esquema de fraude bancária da história brasileira, com impactos também na atmosfera da corrida presidencial deste ano.

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