- O presidente Nicolás Maduro foi detido e retirado do país por forças militares, conforme afirmações divulgadas por Donald Trump.
- Trump afirmou que ataques dos Estados Unidos atingiram cinco pontos em Caracas, Aragua e Miranda, e que Maduro foi afastado junto da esposa e da mãe de seu filho.
- Maduro não pretendia abrir mão do poder e não cogitou sair do país por acordo com Washington.
- O regime era centrado em poucas pessoas de confiança, com Vladimir Padrino López, Delcy Rodríguez, Jorge Rodríguez, Cilia Flores e Diosdado Cabello exercendo grande influência, mas a decisão final cabia a Maduro.
- Após as eleições de julho, vistas como fraudulentas por organismos internacionais, ocorreram purgas de chefes de inteligência e detenção de aliados próximos, incluindo Pedro Tellechea.
Nicolás Maduro foi detido e retirado do país por forças militares, após ataques anunciados pelos EUA segundo o presidente dos EUA, Donald Trump. A operação ocorreu de forma rápida e levou a família direta do chefe de Estado venezuelano a deixar o território.
Segundo informações divulgadas por autoridades ligadas ao governo americano, ataques teriam atingido cinco pontos, incluindo Caracas, Aragua e Miranda. Ainda não havia confirmação oficial sobre a prisão de Maduro na época em que os primeiros relatos chegaram.
No início, o regime venezuelano resistiu, com autoridades afirmando que ninguém se renderia. Maduro era visto como centralizador, com influência de uma cúpula próxima, mas concentrava o poder final na figura dele.
O ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, e outros membros próximos do governo atuavam para manter o controle do aparato militar. A contenção de possíveis insurreições era priorizada, com políticas rígidas em todos os quartéis.
Entre os próximos passos, a situação sinaliza mudanças significativas no governo venezolano. Integrantes próximos do círculo de Maduro passaram a ser alvo de investigações internas e substituições administrativas, conforme relatos de fontes próximas ao regime.
A presença de Delcy Rodríguez, esposa de Jorge Rodríguez, e de Cilia Flores, primeira-dama, é citada como parte da estrutura de comando do governo. A narrativa oficial tem como eixo a manutenção da linha de liderança chavista e a repressão a dissidências.
Entre na conversa da comunidade