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Assessor de segurança da Eslováquia renuncia por caso Epstein e nega irregularidades

Assessor de segurança nacional da Eslováquia, Miroslav Lajcak, renuncia após arquivos de Epstein revelarem troca de e-mails sobre jovens mulheres; Fico aceita

Jeffrey Epstein and Miroslav Lajcak, a Slovak politician and diplomat and former President of the United Nations General Assembly, pose in this undated handout image from the estate of late financier and convicted sex offender Jeffrey Epstein, released by Democrats on the House Oversight Committee in Washington, D.C., U.S., on December 18, 2025.
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  • O assessor de segurança nacional da Eslováquia, Miroslav Lajcak, pediu demissão após a divulgação de novos arquivos relacionados a Jeffrey Epstein, que mostram troca de e-mails com o primeiro-ministro Robert Fico sobre mulheres jovens.
  • Lajcak negou qualquer irregularidade e descreveu a troca como informal e sem substância, mas disse que sairiam para não prejudicar o premiê.
  • Ele afirmou que a renúncia não é porque tenha feito algo criminal ou antiético, e sim para evitar custos políticos a Fico por questões não relacionadas às decisões dele.
  • Fico confirmou, em mensagem de vídeo publicada no Facebook, que aceitou a renúncia do assessor, que ele considerou uma fonte excepcional de experiência em diplomacia e política externa.
  • O Departamento de Justiça dos Estados Unidos divulgou, na sexta-feira, milhões de novos arquivos sobre Epstein, incluindo uma troca de mensagens de outubro de 2018 quando Lajcak era ministro das Relações Exteriores da Eslováquia.

Praga, 1 fev (Reuters) – O assessor de segurança nacional da Eslováquia, Miroslav Lajčák, anunciou sua renúncia após o surgimento de novos arquivos vinculando o primeiro-ministro Robert Fico a mensagens com Epstein sobre mulheres jovens. Lajčák afirmou que não cometeu crime ou conduta antiética, mas decidiu deixar o cargo para que o episódio não penalize o premiê por algo não relacionado às decisões dele.

O assessor descreveu as comunicações como informais e sem conteúdo substancial, enfatizando que o objetivo da renúncia é evitar custos políticos para Fico. O primo-ministro já ocupava o cargo de chefe da diplomacia na época em que, segundo os novos arquivos, houve o diálogo com Epstein.

Fico anunciou, em mensagem de vídeo publicada no Facebook, que aceitou a renúncia de Lajčák. O premiê ressaltou que o assessor foi uma fonte de experiência em diplomacia e política externa, sem comentar diretamente os relatos dos novos arquivos.

A Polícia e autoridades americanas publicaram na sexta-feira grandes conjuntos de documentos sobre Epstein, incluindo uma troca de mensagens de outubro de 2018 quando Lajčák era ministro das Relações Exteriores da Eslováquia. A reportagem foi feita por Michael Kahn e editada por Alexander Smith.

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